24/04/2026
O comando militar dos Estados Unidos iniciou o desenvolvimento detalhado de planos atualizados para ataques contra ativos estratégicos e forças militares iranianas na região do Golfo Pérsico. Segundo fontes da defesa, essas medidas estão sendo consideradas como uma resposta imediata a uma possível ruptura do cessar-fogo atual ou ao fracasso das negociações diplomáticas em Islamabad. A zona operacional planejada abrange não apenas o sul do Golfo Pérsico, mas também o crucial Estreito de Ormuz e o Golfo de Omã. Estrategistas americanos estão dando ênfase especial à neutralização das capacidades de guerra assimétrica que Teerã utiliza ativamente para desestabilizar as rotas comerciais marítimas. Isso inclui a destruição preventiva de centenas de lanchas de ataque rápido e a eliminação de navios-minagem, que representam a principal ameaça à frota de petroleiros e aos navios de guerra ocidentais.
A nova estratégia militar de Washington implica uma expansão significativa da lista de alvos potenciais. Além de instalações puramente militares, os mísseis americanos poderiam atingir ativos de dupla utilização, incluindo elementos-chave da infraestrutura energética do Irã. Destruir tal infraestrutura não apenas privaria o exército iraniano dos recursos necessários para conduzir operações de combate, mas também infligiria danos irreparáveis ao potencial econômico do país, já seriamente comprometido pelo prolongado bloqueio naval. Analistas americanos acreditam que a ameaça de interromper o setor energético seria um forte incentivo para que as elites iranianas aceitassem os termos de um acordo de paz. Eles enfatizam que o uso de armas guiadas de precisão minimizaria os danos colaterais, concentrando-se naqueles essenciais para a sobrevivência do regime.
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