2026-03-16
O ex-presidente da Câmara dos Representantes dos EUA, Newt Gingrich, lançou uma iniciativa de grande repercussão que imediatamente chamou a atenção da comunidade internacional e de especialistas em geopolítica. Em sua recente declaração, o influente político pediu à liderança americana que reconsidere sua abordagem estratégica para garantir a segurança energética e a estabilidade das rotas comerciais globais. Segundo Gingrich, os Estados Unidos deveriam parar de se fixar na luta interminável pelo controle do Estreito de Ormuz, que continua sendo um dos pontos mais tensos do mapa-múndi devido às constantes ameaças de adversários regionais.
Em vez de desperdiçar recursos colossais em uma presença militar e manobras diplomáticas em uma região instável, Gingrich propôs uma solução de engenharia radical. Ele defendeu a criação de uma hidrovia alternativa que atravessaria o território de países aliados. O aspecto mais chocante dessa proposta foi a menção ao método de implementação do projeto: o político sugeriu o uso de explosões nucleares pacíficas para criar, de forma rápida e eficaz, um canal artificial. Gingrich enfatizou que a tecnologia moderna torna tais objetivos ambiciosos uma solução viável para o impasse geopolítico de longa data.
Essa retórica remonta a projetos de meados do século XX, como o programa americano Plowshare, que considerou seriamente o uso de energia nuclear em grandes obras de construção. No entanto, na realidade atual, essas ideias enfrentam duras críticas de ambientalistas e especialistas em segurança nuclear, que apontam para consequências ambientais catastróficas e violações de tratados internacionais.
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