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A mostrar mensagens de agosto, 2014
Juice Rap News: MSMBS Headlies
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33º ALCYON PLÊIADES - NOTICIAS 2014: Avistamentos OVNI, Conspirações, Fe...
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Se deus alguma vez existiu, está cheio de vergonha por ser covarde e não dar a cara. E : Rússia ninca será arrastada para conflitos de grande escala - Putin.
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O despertar da Humanidade : "Não à NATO": Centenas marcham contra o militarismo, armas nucleares na cimeira do País de Gales.
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Com tácticas duras da CIA ! ELES SÃO A CIA : Estado Islâmico torturado James Foley, outros ocidentais com táticas duras da CIA.
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Lá temos nós, que limpar mais uma Merda criada pelos EUA : Fala do Homem Nascido Venho da terra assombrada, do ventre de minha mãe; não pretendo roubar nada nem fazer mal a ninguém. Só quero o que me é devido por me trazerem aqui, que eu nem sequer fui ouvido no acto de que nasci. Trago boca para comer e olhos para desejar. Com licença, quero passar, tenho pressa de viver. Com licença! Com licença! Que a vida é água a correr. Venho do fundo do tempo; não tenho tempo a perder. Minha barca aparelhada solta o pano rumo ao norte; meu desejo é passaporte para a fronteira fechada. Não há ventos que não prestem nem marés que não convenham, nem forças que me molestem, correntes que me detenham. Quero eu e a Natureza, que a Natureza sou eu, e as forças da Natureza nunca ninguém as venceu. Com licença! Com licença! Que a barca se fez ao mar. Não há poder que me vença. Mesmo morto hei-de passar. Com licença! Com licença! Com rumo à estrela polar. António Gedeão, in 'Teatro do Mundo' Luis De Belo Morais Fala do Homem Nascido Venho da terra assombrada, do ventre de minha mãe; não pretendo roubar nada nem fazer mal a ninguém. Só quero o que me é devido por me trazerem aqui, que eu nem sequer fui ouvido no acto de que nasci. Trago boca para comer e olhos para desejar. Com licença, quero passar, tenho pressa de viver. Com licença! Com licença! Que a vida é água a correr. Venho do fundo do tempo; não tenho tempo a perder. Minha barca aparelhada solta o pano rumo ao norte; meu desejo é passaporte para a fronteira fechada. Não há ventos que não prestem nem marés que não convenham, nem forças que me molestem, correntes que me detenham. Quero eu e a Natureza, que a Natureza sou eu, e as forças da Natureza nunca ninguém as venceu. Com licença! Com licença! Que a barca se fez ao mar. Não há poder que me vença. Mesmo morto hei-de passar. Com licença! Com licença! Com rumo à estrela polar. António Gedeão, in 'Teatro do Mundo'
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