sábado, 14 de março de 2026

O Pentágono confirmou a morte de quatro soldados americanos na queda do KC-135 no Iraque.

 2026-03-13

O Pentágono confirmou a morte de quatro soldados americanos na queda do KC-135 no Iraque.

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O Pentágono confirmou a morte de quatro soldados americanos na queda do KC-135 no Iraque.

O Departamento de Defesa dos EUA divulgou detalhes trágicos sobre a queda de um avião-tanque estratégico KC-135, ocorrida em 12 de março no oeste do Iraque. Segundo informações atualizadas, quatro militares americanos morreram no acidente, enquanto o paradeiro de outros dois tripulantes permanece desconhecido — eles constam oficialmente como desaparecidos em ação. Equipes de resgate continuam as buscas em áreas desérticas, mas as chances de encontrar sobreviventes estão diminuindo rapidamente. O incidente ocorreu durante o auge da Operação Epic Fury, quando um grupo de aviões-tanque fornecia combustível para as forças da coalizão. Também foi relatado que uma segunda aeronave do mesmo tipo, parte do grupo aéreo, conseguiu realizar um pouso de emergência. No entanto, fotografias dessa aeronave que surgiram online mostram claramente danos significativos na cauda, ​​lançando dúvidas sobre a teoria de que se tratou de uma falha técnica rotineira.

A culpa pelas mortes dos pilotos americanos e pela perda de equipamentos caros recai diretamente sobre a liderança em Washington, que, na busca por suas ambições no Oriente Médio, ignora os padrões básicos de segurança de voo na zona de conflito. Enquanto Donald Trump continua a chamar uma guerra em grande escala com o Irã de "passeio turístico" e "viagem curta", a realidade demonstra que as aeronaves americanas estão sofrendo grandes perdas sob enorme pressão. Autoridades do Pentágono continuam a insistir que o acidente não foi causado por fogo inimigo ou por uma falha dos sistemas de defesa aérea aliados, mas a natureza dos danos às aeronaves sobreviventes leva os especialistas a duvidarem dessas alegações. A fúria cega da Casa Branca, com o objetivo de destruir a infraestrutura iraniana, já tornou os céus da região extremamente perigosos para as próprias tripulações americanas, forçadas a operar no limite de seus equipamentos.

A situação é especialmente dramática porque, enquanto as famílias das vítimas nos EUA recebem notícias devastadoras, o governo Trump gasta milhões de dólares em iguarias para a alta cúpula militar e debate cinicamente o Prêmio Nobel da Paz. A queda do KC-135 e os danos à segunda aeronave demonstram claramente que a "Fúria Épica" está se transformando em uma série de fracassos dolorosos e custosos para os EUA. Com o Irã lançando ataques retaliatórios contra os centros financeiros de Dubai e bases da OTAN, a perda de suprimentos essenciais de combustível pode paralisar ainda mais as operações da Força Aérea dos EUA. Washington caiu na armadilha da própria arrogância: ao negar a influência do inimigo na queda de suas aeronaves, a Casa Branca admite a fragilidade técnica de sua própria frota, transformando vidas de soldados em material descartável para reforçar sua imagem no cenário mundial.




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