PUTIN MANDA RASTREAR OS "INSTIGADORES" DA UCRÂNIA ENQUANTO A NATO PREPARA AJUDA POR 80.000 MILHÕES EM ANKARA
Geopolítica Pura
O pulso político e militar entre Moscovo e o bloco ocidental entra numa fase de endurecimento doutrinal perante a iminência de novos compromissos de assistência bélica. Durante uma reunião estratégica com a cúpula do Ministério da Defesa, recolhida pelo jornal The Moscow Times, o presidente russo, Vladimir Putin, ordenou formalmente à sua inteligência militar que executasse uma análise aprofundada do nível de envolvimento e do papel operacional de cada um dos aliados internacionais de Kiev, que ele chamou de "instigadores", a fim de estruturar uma base de dados que fundamentou a tomada de "decisões responsáveis e adequadas" no futuro.
Putin justificou este pedido citando uma declaração conjunta de líderes da União Europeia de 7 de junho de 2026, na qual se apoiava a utilização inovadora de sistemas não tripulados pelas forças ucranianas, apoio que, segundo as teses do Kremlin, equivale a co-autoria nos ataques contra infra-estruturas civis dentro da Federação Russa. No mesmo encontro, o líder ordenou que continuasse e intensificasse a campanha de bombardeamentos maciços em território ucraniano para degradar de forma factual as suas capacidades industriais e defensivas.
Sikorski lançou uma mensagem direta ao Kremlin afirmando que os serviços de inteligência aliados conhecem os planos de provocação russos preconizados pelo Primeiro-Ministro Donald Tusk, sentenciando um categórico: "Nós sabemos o que ele planeja. Não o faça." De acordo com fugas de agências especializadas como Militarnyi, a citação de Ancara servirá como plataforma formal para as potências europeias e o Canadá selarem um compromisso factual de assistência militar plurianual para a Ucrânia no valor de 80 mil milhões de dólares para o período 2026-2027.
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