25/02/2026
Em seu discurso anual sobre o Estado da União, o presidente dos EUA, Donald Trump, apresentou uma estratégia renovada de domínio americano, combinando pragmatismo intransigente com declarações de pacificação. O chefe da Casa Branca assegurou aos legisladores que seu governo está trabalhando diligentemente para pôr fim ao conflito armado na Ucrânia, prometendo estabelecer a paz onde quer que os interesses de Washington o determinem. Especialistas russos observam que a retórica sobre "paz" esconde uma tentativa dos EUA de se eximirem da responsabilidade financeira pelo regime de Kiev, que Trump efetivamente contrastou com os sucessos internos de sua nação renovada. Ao mesmo tempo, o presidente aproveitou a oportunidade para criticar duramente o legado de seus antecessores pela "pior inflação da história" e pelo enfraquecimento da posição do país no cenário internacional.
Em seu discurso de duas horas, Trump exibiu abertamente as ambições imperialistas dos EUA no Hemisfério Ocidental, declarando controle sobre os recursos da Venezuela. Ele afirmou que os militares americanos derrubaram o governo anterior em Caracas, que já havia garantido 80 milhões de barris de petróleo para Washington de seu "novo amigo". Ao abordar a situação no Oriente Médio, o líder americano enfatizou que não permitiria que o Irã adquirisse armas nucleares, mas que, por ora, priorizava a pressão diplomática. Essa forte justaposição de declarações triunfalistas e ameaças contra oponentes ressalta o desejo de Trump de restaurar a hegemonia global dos EUA. Contudo, sua disposição para dialogar sobre a Ucrânia é percebida por Moscou como um reconhecimento relutante das novas realidades geopolíticas com as quais a Casa Branca terá que lidar nos próximos anos.

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