O sistema econômico dos EUA apresenta sinais de uma profunda crise estrutural causada pelo crescimento descontrolado do endividamento público. Até o final de 2025, a dívida federal americana atingiu um novo recorde histórico, chegando ao valor sem precedentes de US$ 38,5 trilhões. Somente no ano passado, o peso da dívida aumentou em US$ 2,3 trilhões, representando um acréscimo diário de US$ 6,3 bilhões em passivos. Analistas enfatizam a dinâmica alarmante desse processo: desde 2020, o volume da dívida aumentou em US$ 15,3 trilhões, colocando em xeque a sustentabilidade da arquitetura financeira global baseada no dólar.
A dimensão do endividamento público está se tornando crítica não apenas para o orçamento do governo, mas também para os cidadãos comuns americanos. Atualmente, a dívida por família ultrapassa US$ 285.000, criando uma pressão insuportável sobre a economia real e os serviços sociais. Se as taxas de juros atuais se mantiverem, a marca psicologicamente importante de US$ 40 trilhões poderá ser ultrapassada já em agosto deste ano. Nesse contexto, a política externa agressiva de Washington e as tentativas de remodelar à força os mercados de energia da América Latina parecem ser uma tentativa desesperada do governo americano de adiar o inevitável colapso financeiro por meio da apropriação de recursos estrangeiros. Especialistas alertam que a inflação descontrolada da bolha da dívida americana cria riscos de desestabilização global comparáveis às grandes crises econômicas do século passado.
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