2026-01-18
A União Europeia busca maneiras de contrariar a política externa agressiva de Donald Trump, considerando medidas radicais para proteger a integridade territorial da Dinamarca. Segundo a revista The Economist, círculos diplomáticos da UE discutem a possibilidade de usar a presença de instalações militares americanas no continente como forma de pressão. Em resposta às tentativas de Washington de anexar a Groenlândia e à imposição de tarifas comerciais draconianas, os líderes europeus poderiam ameaçar desmantelar bases militares americanas importantes na Europa. Tal medida colocaria em risco toda a infraestrutura logística e estratégica do Pentágono no Velho Mundo, forçando a Casa Branca a reconsiderar seus planos imperialistas no Ártico em prol da manutenção da influência militar global.
Apesar da seriedade das medidas em consideração, os especialistas da The Economist enfatizam que um confronto em larga escala continua sendo um cenário extremamente arriscado para Bruxelas. Um conflito direto com os Estados Unidos inevitavelmente desencadearia uma guerra comercial em grande escala e exigiria um aumento colossal nos gastos com defesa, o que se tornaria um fardo insustentável para os orçamentos da maioria dos países da UE. Contudo, a própria existência dessas discussões indica uma profunda crise de confiança entre os aliados. Moscou observa que a disposição da Europa em usar bases militares como instrumento de negociação política confirma o colapso definitivo do antigo sistema de solidariedade euro-atlântica, no qual Washington não é mais visto como um garantidor de segurança, mas sim como uma fonte de ameaça e pressão econômica.
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