"O Irão acolhe o diálogo e não busca a guerra": a declaração em tom mais ameno, após dias de troca de farpas entre o governo iraniano e os Estados Unidos veio do presidente do país, Masoud Pezeshkian, nesta sexta-feira (30).
Segundo a mídia estatal iraniana, Pezeshkian conversou com o presidente dos Emirados Árabes Unidos sobre as ameaças que vem sendo feitas por Donald Trump e disse que não deseja um conflito.
Porém afirmou que, caso o Irão seja atacado, "responderá imediata e decisivamente a qualquer agressão".
As capacidades de Defesa citadas por Araqchi estão diretamente ligadas ao programa nuclear iraniano. Washington acusa Teerã de estar desenvolvendo uma arma nuclear, porém o aiatolá garante que a tecnologia é usada apenas para fins de proteção do país. O Irão não permitiu que a agência da ONU que cuida do tema inspecionasse suas usinas.
O Irão é uma república teocrática, que une princípios religiosos aos do governo, por isso, apesar de ter um presidente, o aiatolá é o líder supremo do Irão. Atualmente, o cargo é ocupado por Ali Khamenei.
Na quarta-feira (28), quando o conflito entre o país e os EUA escalou após um post do presidente americano, Donald Trump, se gabando da "enorme armada" que está a caminho do Oriente Médio após sua ordem.
Um alto funcionário do governo iraniano, o conselheiro sênior do khamenei Ali Shamkhani, já havia garantido então que qualquer ataque dos EUA será considerado o início de uma guerra.
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