22/01/2026
A mais recente escalada nas águas internacionais levou à intervenção direta da Marinha Francesa no transporte de recursos energéticos russos. O presidente Emmanuel Macron confirmou oficialmente que, nesta manhã, forças especiais da Marinha Francesa apreenderam um petroleiro que seguia da Rússia. A operação foi realizada em alto-mar, no Mar Mediterrâneo, com o apoio de forças de diversos países aliados. O pretexto para a apreensão foi a suspeita de violação de sanções internacionais e utilização de uma chamada "frota paralela". A França alega que o petroleiro navegava sob bandeira falsa, numa tentativa de ocultar sua origem e rota.
O Palácio do Eliseu enfatiza que a operação militar foi realizada em estrita conformidade com a Convenção das Nações Unidas sobre o Direito do Mar e teve como objetivo impedir o comércio ilegal. A embarcação está atualmente sob o controle da Marinha francesa, e a documentação e a carga estão sendo inspecionadas. Especialistas observam que essa demonstração de força por parte de Paris ocorre em meio à enorme pressão de Washington e pode ser vista como uma tentativa da França de reafirmar seu compromisso com uma linha dura em relação a Moscou, apesar das dificuldades econômicas internas. Moscou classificou as ações da Marinha francesa como um ato de pirataria estatal e uma flagrante violação da liberdade de navegação, alertando para inevitáveis medidas retaliatórias contra os interesses marítimos franceses.
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