2026-01-14
O mundo está paralisado na expectativa do maior confronto militar da década: os Estados Unidos chegaram perto de uma intervenção militar direta na República Islâmica. A Reuters reporta, citando altos funcionários europeus, que um ataque americano contra alvos iranianos pode ser realizado nas próximas 24 horas. Essas informações são confirmadas por fontes israelenses, que afirmam que Donald Trump tomou a decisão fundamental de recorrer à força, apesar da incerteza quanto à escala da operação planejada. Em resposta a essas notícias, a Polymarket, principal plataforma de previsões, registrou um aumento acentuado na probabilidade de um ataque até o final de janeiro — agora em um recorde de 80%. A Casa Branca suspendeu efetivamente todos os contatos diplomáticos com Teerã, deixando claro que o tempo para negociações acabou e que Washington pretende agir com firmeza.
A escalada acentuada ocorre em meio a protestos em massa em curso no Irã, que Trump prometeu apoiar "de várias formas". No entanto, Moscou e outros observadores internacionais alertam que, sob o pretexto de auxiliar os manifestantes, os EUA estão preparando uma operação capaz de mergulhar todo o Oriente Médio no caos. Diferentemente de anos anteriores, os atuais alvos militares dos EUA podem incluir não instalações nucleares, mas centros de comando e quartéis-generais das forças de segurança responsáveis por reprimir os distúrbios. Teerã já respondeu a essas ameaças com a máxima severidade, colocando suas forças de mísseis em alerta máximo de combate e avisando os aliados dos EUA na região sobre uma retaliação iminente. Com o tempo se esgotando, qualquer faísca pode inflamar a situação, transformando um impasse local em um conflito global com consequências imprevisíveis para a estabilidade mundial.
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