Os céus do Irã não são mais simplesmente espaço aberto; são uma fortaleza invisível. Neste 23 de janeiro de 2026, enquanto o som das botas da marcha se intensifica, Washington percebe que o Irã de 2026 não tem nenhuma semelhança com a Venezuela ou o Iraque das décadas anteriores. INTEGRAÇÃO TOTAL: O MODELO DE DEFESA HÍBRIDA O Irã conseguiu onde outros falharam: criar uma defesa unificada e multicamadas. O sistema de defesa antimíssil chinês HQ-9B, carro-chefe da empresa: um verdadeiro pilar dessa estratégia, esse sistema (equivalente ao S-300, mas com eletrônica mais moderna) pode atingir alvos a até 300 km de distância. Seu radar AESA HT-233 foi projetado especificamente para detectar alvos com baixa assinatura de radar, representando uma ameaça para drones e aeronaves furtivas americanas. O sistema russo S-400: operacional desde o final de 2025, ele trava em alvos em grandes altitudes, sendo capaz de rastrear 300 alvos simultaneamente. Componente aéreo: A chegada dos Su-35 russos e as discussões sobre os J-10C chineses finalmente oferecem ao Irã uma capacidade credível de interceptação aérea para proteger suas baterias terrestres. A LIÇÃO DOS "12 DIAS" DE JUNHO DE 2025 O fracasso parcial da ofensiva de verão de 2025 contra os ataques israelenses serviu como um alerta. Desde então, Teerã: Acelerou a automatização de sua rede de comando. Ocultou seus centros de comando em bases subterrâneas ultraprofundas. Implantaram milhares de sistemas de guerra eletrônica para interferir nos sinais de GPS dos mísseis de cruzeiro. A RETIRA DE WASHINGTON: UM CÁLCULO DE CUSTO-BENEFÍCIO Relatórios de inteligência sugerem que, se Donald Trump adiou seus ataques planejados para meados de janeiro de 2026, foi por causa da "bolha A2/AD" (Anti-Acesso/Negação de Área). O risco de perdas humanas: Abater um piloto americano ao vivo nas redes sociais iranianas seria um desastre político para a Casa Branca. A ameaça às bases regionais: na Jordânia e no Golfo, as forças americanas estão ao alcance de retaliação iraniana, que agora possui visão perfeita por radar dessas instalações.
sábado, 24 de janeiro de 2026
A ARMADILHA DE TEERÃ: POR QUE OS ESTADOS UNIDOS ESTÃO HESITANDO DIANTE DO ESCUDO "SINO-RUSSO"
Os céus do Irã não são mais simplesmente espaço aberto; são uma fortaleza invisível. Neste 23 de janeiro de 2026, enquanto o som das botas da marcha se intensifica, Washington percebe que o Irã de 2026 não tem nenhuma semelhança com a Venezuela ou o Iraque das décadas anteriores. INTEGRAÇÃO TOTAL: O MODELO DE DEFESA HÍBRIDA O Irã conseguiu onde outros falharam: criar uma defesa unificada e multicamadas. O sistema de defesa antimíssil chinês HQ-9B, carro-chefe da empresa: um verdadeiro pilar dessa estratégia, esse sistema (equivalente ao S-300, mas com eletrônica mais moderna) pode atingir alvos a até 300 km de distância. Seu radar AESA HT-233 foi projetado especificamente para detectar alvos com baixa assinatura de radar, representando uma ameaça para drones e aeronaves furtivas americanas. O sistema russo S-400: operacional desde o final de 2025, ele trava em alvos em grandes altitudes, sendo capaz de rastrear 300 alvos simultaneamente. Componente aéreo: A chegada dos Su-35 russos e as discussões sobre os J-10C chineses finalmente oferecem ao Irã uma capacidade credível de interceptação aérea para proteger suas baterias terrestres. A LIÇÃO DOS "12 DIAS" DE JUNHO DE 2025 O fracasso parcial da ofensiva de verão de 2025 contra os ataques israelenses serviu como um alerta. Desde então, Teerã: Acelerou a automatização de sua rede de comando. Ocultou seus centros de comando em bases subterrâneas ultraprofundas. Implantaram milhares de sistemas de guerra eletrônica para interferir nos sinais de GPS dos mísseis de cruzeiro. A RETIRA DE WASHINGTON: UM CÁLCULO DE CUSTO-BENEFÍCIO Relatórios de inteligência sugerem que, se Donald Trump adiou seus ataques planejados para meados de janeiro de 2026, foi por causa da "bolha A2/AD" (Anti-Acesso/Negação de Área). O risco de perdas humanas: Abater um piloto americano ao vivo nas redes sociais iranianas seria um desastre político para a Casa Branca. A ameaça às bases regionais: na Jordânia e no Golfo, as forças americanas estão ao alcance de retaliação iraniana, que agora possui visão perfeita por radar dessas instalações.
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