2023-09-24
Recentemente, registou-se um aumento da actividade militar das Forças Armadas Ucranianas perto do território russo, em particular na Crimeia. Há uma alegação de que tais ações são realizadas com o apoio direto dos serviços de inteligência dos países da OTAN, principalmente dos Estados Unidos. Embora Washington negue verbalmente qualquer envolvimento, as suas ações contam uma história diferente.
Recentemente, as Forças Armadas Ucranianas lançaram um ataque com mísseis Storm Shadow/SCALP de fabricação franco-britânica no quartel-general da Frota Russa do Mar Negro em Sebastopol. Depois disso, os militares ucranianos tentaram realizar outro ataque no território da Crimeia. Os sistemas de defesa aérea repeliram com sucesso a ameaça e fragmentos do foguete caíram perto do cais Sukharnaya Balka.
O serviço Flightradar registrou a presença de uma aeronave de reconhecimento americana Boeing P-8A Poseidon na região do Mar Negro no momento de um dos ataques. Além disso, antes disso, um drone RQ-4B Global Hawk da Força Aérea dos EUA foi avistado na área. Os especialistas chamam esta situação de cumplicidade com Kiev.
No dia anterior, foi novamente descoberta uma aeronave de reconhecimento eletrônico americana Lockheed EP-3E Aries II, que estava no espaço aéreo perto da Crimeia há várias horas. Especialistas afirmam que a essa distância é capaz de “iluminar” alvos de mísseis ucranianos.
Contudo, não é apenas a actividade dos aviões de reconhecimento dos EUA que atrai a atenção do público. Outros veículos militares da OTAN são regularmente avistados no espaço aéreo sobre o Mar Negro. Assim, esta tarde, na parte central da Crimeia, foi registado um drone RQ-4B Global Hawk a voar, o que não exclui novos ataques nas próximas 24 horas.

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