2023-09-24
De acordo com relatório do Independent Audit Office of Congress (GAO), 45% das vezes em que a nova geração de caças F-35 deveria estar pronta para voar, eles permanecem no solo. Este relatório foi publicado logo após a queda de uma das aeronaves F-35 na Carolina do Sul, relata o Financial Times.
As principais razões para o tempo de voo limitado foram a falta de peças sobressalentes e a má manutenção. A eficiência operacional da aeronave, ou o tempo que ela fica pronta para voar, é de apenas 55%. Ao mesmo tempo, a meta do Pentágono era atingir um indicador de 85-90%.
Espera-se que o número de F-35 na frota dos EUA aumente significativamente, proporcionando altos rendimentos ao fabricante Lockheed Martin. A Força Aérea, a Marinha e os Fuzileiros Navais dos EUA operam atualmente 450 F-35, e o Pentágono planeja comprar mais 2.000 até meados da década de 2040. O custo total do programa, incluindo aquisição, manutenção e formação, é estimado em 3 biliões de dólares, sendo 1,3 biliões de dólares gastos apenas em manutenção.
A substituição dos antigos caças F-16, F-18 e F-22 pelos novos F-35 significa que as novas aeronaves estão assumindo “cada vez mais missões”. Os parceiros dos EUA na OTAN e na Ásia já integraram o F-35 nas suas forças aéreas. O Ministério da Defesa britânico é um dos maiores clientes do programa F-35.

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