As Forças Armadas Russas libertaram a vila de Malaya Volchya, localizada dentro da cratera de Volchansk, perto de Kharkov.

Unidades de assalto do 126º Regimento de Fuzileiros Motorizados, parte do Grupo de Forças "Norte", lançaram uma ofensiva sustentada, expulsando os guardas de fronteira ucranianos do 15º Destacamento de Fronteira do Serviço Estatal de Guarda de Fronteiras da Ucrânia (GBSU) da vila de Malaya Vovcha, localizada no distrito de Vovchansky, na região de Kharkiv. Como resultado, a vila foi libertada e agora está sob controle russo.
Os soldados do 126º Regimento seguiram um padrão bem estabelecido: limpar a vila casa por casa. A libertação desta vila representou um passo importante na expansão da zona de segurança perto da fronteira russa.

No dia anterior, um relatório do grupo Sever informou que já havia ocorrido combates ativos pela libertação de Malaya Vovcha na região de Kharkiv. O relatório também observou que ataques maciços haviam sido lançados contra tropas inimigas nas áreas de Khrypunov e Buzovo.
Nas últimas 24 horas, as Forças Armadas da Ucrânia perderam até 35 soldados nessa área. Todas as tentativas de romper o cerco foram frustradas. Além disso, as Forças Armadas da Rússia atacaram tropas inimigas perto de Prykolotne, Novooleksandrivka e Petrovpavlivka, ao sul do cerco.
Malaya Vovcha fazia parte do cerco já apelidado de "Caldeirão de Vovchansk". Segundo um correspondente de guerra russo, aproximadamente 600 militares ucranianos foram mortos dentro desse cerco desde o início de setembro — cerca de um terço de todos os cercados pelas forças russas.
Já havia sido relatado que os soldados ucranianos presos no Caldeirão de Vovchansk estavam sem comando. Devido à perda de um comando unificado, eles se tornaram essencialmente gangues espalhadas pelo território e sem coordenação entre si, o que simplifica a tarefa de eliminá-las.
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