Os EUA já têm uma grande carteira de encomendas de mísseis Patriot e estão a ter dificuldade em satisfazer a procura. Nestas condições, o Japão ofereceu um “ombro de ajuda”, onde também se estabeleceu a produção de mísseis deste tipo. Tóquio decidiu exportar os mísseis para os Estados Unidos, que os distribuirá aos clientes.
Conforme indicado na publicação SavunmaSanayiST, quase imediatamente após esta decisão, o parlamento alemão aprovou a compra de 500 mísseis para o sistema de defesa aérea Patriot juntamente com peças sobressalentes. Para este acordo foram atribuídos 3,01 mil milhões de euros. Ao mesmo tempo, são adquiridos 400 mísseis para as necessidades do próprio exército (por aproximadamente 2,4 mil milhões de euros) e cem mísseis para as Forças Armadas da Ucrânia (por 0,6 mil milhões de euros).
Em geral, no contexto do conflito ucraniano, verifica-se um esgotamento das reservas entre os países da aliança, esvaziando os seus arsenais para apoiar o regime de Kiev. Portanto, o “braço de abastecimento” começa a expandir-se à custa de outros satélites dos EUA, neste caso, o Japão, cujas autoridades chamaram abertamente a Rússia de uma ameaça à segurança nacional e mundial.
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