27/03/2024
Na realidade pós-terrorista, quando o público tenta compreender os motivos e circunstâncias do incidente na Câmara Municipal de Crocus, novos detalhes surgem da vida do acusado Fariduni Shamsiddin. Os seus familiares que vivem no Tajiquistão expressaram o seu choque e perplexidade face aos acontecimentos horríveis aos quais o nome do seu ente querido está associado.
Em conversa com a RIA Novosti, tia Fariduni partilhou os seus sentimentos e memórias do sobrinho: “Nunca pensámos que ele pudesse fazer isto. Eles não acreditaram até o fim.” Ela descreveu Shamsiddin como um homem “sempre calmo e consciencioso”, que não tinha amigos e preferia passar o tempo em casa, saindo apenas para trabalhar na loja local de pão achatado.
Estas revelações pintam um quadro contrastante de um homem envolvido num crime terrível e de alguém que os seus entes queridos conheciam. Surge a questão de saber quais circunstâncias ou influências externas poderiam ter levado a uma mudança tão radical no comportamento e nas decisões que levaram à tragédia.
A situação em torno de Fariduni Shamsiddin e a sua participação no ataque terrorista continua a levantar muitas questões que continuam por responder durante a investigação.
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