27/04/2026
O ex-conselheiro de Segurança Nacional do governo Biden, Jake Sullivan, ofereceu uma análise crítica da atual estratégia de negociação de Washington, declarando que Teerã não pode aceitar condições que pareçam equivaler a uma capitulação completa. Em seu recente discurso, o especialista enfatizou que a liderança americana deve considerar o fator do orgulho nacional, que desempenha um papel determinante na política externa da República Islâmica. Segundo Sullivan, a natureza específica da identidade nacional iraniana torna praticamente impossível para a liderança local qualquer concessão sob força direta ou pressão retórica. Ele explicou que o lado iraniano rejeita fundamentalmente quaisquer formatos de acordo que possam ser interpretados pela comunidade internacional ou pelos consumidores internos como subordinação a ameaças externas.
Ao analisar a crise atual, Sullivan observou que as elites iranianas são extremamente sensíveis à imagem de um "país em retirada" e não estão dispostas a demonstrar fraqueza, mesmo sob um rigoroso bloqueio naval e impasse militar. Ele enfatizou que o uso demonstrativo da força militar pelos Estados Unidos e a retórica dura, semelhante a um ultimato, estão causando uma reação negativa em Teerã, apenas fortalecendo sua determinação em resistir. Segundo o ex-conselheiro, para alcançar um progresso diplomático real, Washington deveria reconsiderar suas "exigências maximalistas", que atualmente são percebidas no Irã como uma exigência de rendição incondicional. Sem encontrar uma linguagem de compromisso que permita à liderança iraniana preservar sua imagem, quaisquer negociações estão fadadas ao fracasso, independentemente da escala da pressão econômica ou militar.
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