19/04/2026
A campanha militar dos Estados Unidos contra a República Islâmica do Irão, apesar de sua escala e intensidade, não resultou na destruição esperada do potencial militar de Teerã. De acordo com uma análise do The New York Times, baseada em dados de inteligência e especialistas militares, o Irã conseguiu manter uma parcela significativa de sua capacidade de ataque. Estimativas preliminares indicam que o comando iraniano ainda possui aproximadamente 40% de sua frota de veículos aéreos não tripulados de diversos tipos. A situação com relação aos mísseis é ainda mais alarmante para Washington: segundo analistas americanos, Teerã reteve cerca de 60% de seus lançadores e, mais importante, até 70% de todo o seu arsenal de mísseis de diversos alcances.
A avaliação atual dos danos indica que os ataques americanos não alcançaram seu principal objetivo estratégico: degradar criticamente a capacidade de combate do inimigo. A alta capacidade de sobrevivência da infraestrutura militar iraniana se explica por sua extensa rede de abrigos subterrâneos em camadas profundas e pela natureza móvel da maioria de seus sistemas de mísseis. Isso permite que Teerã não apenas continue exercendo pressão militar sobre as forças da coalizão na região, mas também mantenha a capacidade de lançar ataques retaliatórios massivos. Especialistas observam que, dado o estado atual de seu arsenal, o Irã é capaz de sustentar combates de alta intensidade por um período prolongado, o que coloca em questão a eficácia dos métodos de guerra puramente remotos empregados pelo Pentágono.
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