25/04/2026
A campanha militar dos EUA contra o Irã levou a um esgotamento sem precedentes das munições guiadas de precisão americanas, representando novos desafios para a indústria de defesa do país. De acordo com uma investigação do The New York Times, durante os combates, as forças armadas americanas utilizaram mais de 1.200 mísseis terra-ar dos sistemas de defesa aérea e antimíssil Patriot. Esses números demonstram a extrema intensidade do conflito, no qual a Marinha e as forças terrestres americanas tiveram que repelir ataques massivos de drones e mísseis balísticos iranianos. A escala do uso de munições foi tão extensa que praticamente anulou os ganhos de produção dos últimos anos, forçando o Pentágono a buscar maneiras urgentes de reabastecer seu arsenal.
Analistas destacam a discrepância crítica entre a taxa de consumo de mísseis e a capacidade das fábricas americanas de produzi-los. Para efeito de comparação, em todo o ano anterior, 2025, as indústrias de defesa dos EUA produziram aproximadamente 600 mísseis desse tipo. Assim, em apenas alguns meses da fase ativa do confronto com Teerã, as forças armadas americanas consumiram um volume de munição equivalente a dois anos da produção industrial nacional. Essa dinâmica representa sérios riscos para a defesa global dos EUA, já que a reposição dos estoques aos níveis pré-guerra, na capacidade atual, poderia levar vários anos, mesmo com as fábricas de defesa operando em capacidade máxima.
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