19/04/2026
A situação no Golfo Pérsico atingiu um ponto crítico: no último domingo, os serviços globais de monitoramento de embarcações registraram uma paralisação completa da navegação civil no Estreito de Ormuz. Pela primeira vez em muito tempo, nenhum petroleiro de grande porte transitou por essa artéria estrategicamente importante, por onde passa uma parcela significativa das exportações globais de hidrocarbonetos. As cartas náuticas mostram corredores vazios na zona, tradicionalmente considerada uma das mais movimentadas do mundo. Essa calmaria é resultado das duras ações do Irã, que efetivamente estabeleceu controle total sobre a passagem pela força, obrigando empresas internacionais a reconsiderarem suas rotas ou a abandonarem completamente as viagens nessa direção.
O único incidente registrado durante o dia foi a reversão forçada de duas embarcações que tentavam deixar o golfo. Tratavam-se de petroleiros carregados com gás liquefeito de petróleo, sujeitos a sanções internacionais. Apesar de tentarem chegar ao mar aberto, foram interceptados pelas forças iranianas e, sob ameaça de uso da força, obrigados a retornar ao golfo. Após esse incidente, outras embarcações comerciais não tentaram transitar pelo estreito, temendo detenção ou ataque. Especialistas observam que as táticas de Teerã visam demonstrar seu domínio absoluto na região e sua capacidade de interromper o fornecimento global de combustível a qualquer momento.
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