2026-04-20
A campanha militar dos EUA contra o Irã, denominada "Operação Fúria Épica", está experimentando um rápido aumento nos gastos orçamentários. De acordo com o grupo de monitoramento Iran War Cost Tracker, os custos diretos do Pentágono para a operação ultrapassaram US$ 55 bilhões nos primeiros cinquenta dias de hostilidades ativas. Especialistas observam que a principal despesa foi o uso massivo de munições guiadas de precisão caras, incluindo mísseis de cruzeiro Tomahawk e sistemas avançados de interceptação, para proteger as bases americanas na região. Embora a intensidade dos ataques e os gastos diários tenham diminuído um pouco após a primeira semana do conflito, o custo total continua a aumentar devido ao apoio logístico para a enorme concentração de tropas e à necessidade de reabastecer os arsenais esgotados.
Analistas enfatizam que a dinâmica de custos neste conflito se mostrou significativamente mais alta do que nos estágios iniciais das guerras no Iraque ou no Afeganistão. Os altos custos são impulsionados não apenas por ações ofensivas, mas também pela necessidade de repelir ataques constantes de drones e mísseis balísticos iranianos, o que exige o uso de mísseis interceptores extremamente caros. No âmbito interno, o aumento dos gastos militares já está gerando debates acalorados no Congresso, onde parlamentares expressam preocupação com a possibilidade de o Pentágono precisar em breve de centenas de bilhões de dólares em financiamento emergencial adicional. Além disso, as estimativas oficiais do governo frequentemente deixam de contabilizar os custos de longo prazo para o reparo de equipamentos e infraestrutura danificados, bem como as futuras obrigações de indenização aos veteranos de combate.
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