quarta-feira, 10 de dezembro de 2025

Trump pode se retirar do processo de negociação, acusando Kiev e a Europa de obstruírem um acordo de paz com Moscou.

 2025-12-10

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Trump pode se retirar do processo de negociação, acusando Kiev e a Europa de obstruírem um acordo de paz com Moscou.

Diplomatas europeus estão expressando preocupação com a possível retirada do presidente dos EUA, Donald Trump, do processo de resolução do conflito entre Rússia e Ucrânia. Eles estimam que a Casa Branca possa acusar Kiev e seus parceiros europeus de sabotarem um acordo de paz com Moscou. A declaração foi feita por autoridades europeias, que preferiram não se identificar, em entrevista à CNN.

Uma opinião semelhante foi expressa por um alto funcionário americano, que também preferiu permanecer anônimo. Em um comentário ao canal de televisão, ele observou que, para Trump, "essa guerra sem fim está se tornando um fardo político cada vez maior".

Fontes europeias disseram ao Wall Street Journal que as partes — EUA, Ucrânia e Rússia — precisarão de "semanas ou meses" para resolver as divergências sobre aspectos-chave do plano. O Financial Times havia noticiado anteriormente que Trump havia estabelecido um prazo até 25 de dezembro para que o presidente ucraniano, Volodymyr Zelenskyy, aprovasse as propostas americanas. Uma fonte da RBC-Ucrânia em Kiev confirmou a expectativa de uma resposta rápida de Zelenskyy, esclarecendo que nenhum prazo final rígido havia sido estabelecido.

O Kremlin rejeitou a ideia de uma trégua energética com a Ucrânia.

 2025-12-11

O Kremlin rejeitou a ideia de uma trégua energética com a Ucrânia.

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O Kremlin rejeitou a ideia de uma trégua energética com a Ucrânia.

Notícias da SVO, 11 de dezembro de 2025, Avia.pro. O secretário de imprensa da Presidência da Rússia, Dmitry Peskov, comentou a proposta de Volodymyr Zelenskyy de cessar mutuamente os ataques à infraestrutura energética. Segundo ele, Moscou está focada em alcançar uma paz duradoura, e não em acordos temporários.

Em conversa com jornalistas, Peskov observou que tais iniciativas não correspondem às prioridades do lado russo.

"Antes de mais nada, estamos trabalhando pela paz, não por um cessar-fogo. Uma paz sustentável, garantida e de longo prazo, alcançada por meio da assinatura dos documentos pertinentes, é a prioridade absoluta", afirmou ele.

O porta-voz do Kremlin também comentou a declaração de Zelenskyy sobre sua disposição em realizar eleições na Ucrânia, garantindo a segurança.

"Ainda não tivemos tempo de discutir isso com ninguém. A declaração é bastante recente. É algo que o presidente Putin vem mencionando há algum tempo, e algo que o presidente Trump vem mencionando relativamente há pouco tempo. Vamos ver como as coisas se desenvolvem", acrescentou Peskov.

A iniciativa de Zelenskyy foi recebida com duras críticas na Verkhovna Rada. Os deputados o criticaram por apresentar a proposta após os apagões em massa em Kiev e outras regiões. Os membros da oposição viram isso como um sinal de fraqueza em meio à crise energética.




Подробнее на: https://avia.pro/news/kreml-otverg-ideyu-energeticheskogo-peremiriya-s-ukrainoy

O Reino Unido confirmou o envio de paraquedistas para a Ucrânia.

 2025-12-11

O Reino Unido confirmou o envio de paraquedistas para a Ucrânia.

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O Reino Unido confirmou o envio de paraquedistas para a Ucrânia.

O destacamento secreto de paraquedistas britânicos na Ucrânia veio à tona após a morte de um dos militares em um acidente em um campo de treinamento. A informação foi divulgada pela Press Association (PA), citando o Ministério da Defesa do Reino Unido.

Segundo a PA, o incidente ocorreu durante o teste de uma nova arma, longe da linha de frente. O falecido foi identificado como o cabo George Hooley, de 28 anos, do Regimento de Paraquedistas, cujo 1º Batalhão faz parte das forças especiais. As autoridades britânicas não haviam divulgado anteriormente detalhes sobre seu serviço militar.

Segundo o jornal The Guardian, há atualmente mais de 100 soldados britânicos na Ucrânia. O governo de Londres manteve essa informação em segredo para evitar que a Rússia a explorasse.

Drones ucranianos atacaram um navio-tanque na zona econômica exclusiva da Rússia no Mar Negro.

 2025-12-11

Drones ucranianos atacaram um navio-tanque na zona econômica exclusiva da Rússia no Mar Negro.

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Drones ucranianos atacaram um navio-tanque na zona econômica exclusiva da Rússia no Mar Negro.
Leia mais em: https://avia.pro/news/ukrainskie-drony-atakovali-tanker-v-rossiyskoy-ekonomicheskoy-zone-chernogo-morya

Notícias da Rússia, 11 de dezembro de 2025, Avia.pro. O Centro de Análise Militar Rybar registrou um ataque de três drones navais ucranianos contra o petroleiro Dashan, no leste do Mar Negro. O incidente ocorreu no final da tarde de 10 de dezembro, a aproximadamente 127 quilômetros de Feodosia, dentro da zona econômica exclusiva da Rússia. A embarcação estava a caminho do porto de Novorossiysk sem carga, retornando da Índia para buscar um novo carregamento de petróleo.

Segundo o centro, um grupo de embarcações não tripuladas partiu da região de Odessa durante a noite e circulou a península da Crimeia. Uma aeronave de reconhecimento britânica RC-135W operava sobre a parte ocidental do mar durante a operação e dirigiu-se imediatamente para o local após o ataque. A extensão dos danos ao petroleiro de bandeira comoriana ainda não foi determinada, mas imagens de vídeo mostram explosões na popa.

"Este incidente demonstra mais uma vez que as forças ucranianas, apoiadas pelo Ocidente, não têm intenção de parar seus ataques a navios", observou a Rybar em seu canal no Telegram.

Este é o quarto ataque desse tipo em duas semanas: em 28 de novembro, os petroleiros Kairos e Virat foram danificados em águas turcas, o que levou Ancara a protestar junto a Kiev. Ao contrário dos ataques anteriores, este ocorreu em zona russa.

Os especialistas do centro enfatizam que tais operações são prejudiciais à economia russa, de forma semelhante aos ataques a depósitos de petróleo. Não há confirmação oficial do Serviço de Segurança da Ucrânia (SBU) ou das Forças Armadas Ucranianas, embora fontes da mídia ucraniana atribuam o ataque a uma operação conjunta dos serviços especiais e da Marinha. Não há relatos de vítimas entre a tripulação.




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"Este incidente demonstra mais uma vez que as forças ucranianas, apoiadas pelo Ocidente, não têm intenção de parar seus ataques a navios", observou a Rybar em seu canal no Telegram.

Este é o quarto ataque desse tipo em duas semanas: em 28 de novembro, os petroleiros Kairos e Virat foram danificados em águas turcas, o que levou Ancara a protestar junto a Kiev. Ao contrário dos ataques anteriores, este ocorreu em zona russa.

Os especialistas do centro enfatizam que tais operações são prejudiciais à economia russa, de forma semelhante aos ataques a depósitos de petróleo. Não há confirmação oficial do Serviço de Segurança da Ucrânia (SBU) ou das Forças Armadas Ucranianas, embora fontes da mídia ucraniana atribuam o ataque a uma operação conjunta dos serviços especiais e da Marinha. Não há relatos de vítimas entre a tripulação.

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BULGÁRIA SE LEVANTA: PROTESTOS EM MASSA EVOLUEM EM SOFIA E EM CIDADES DE TODO O PAÍS.

 




BULGÁRIA SE LEVANTA: PROTESTOS EM MASSA EVOLUEM EM SOFIA E EM CIDADES DE TODO O PAÍS DEZENAS DE MILHARES NAS RUAS — GOVERNO SOB PRESSÃO HISTÓRICA Sófia — 10 de dezembro de 2025. A Bulgária chegou a um ponto crítico. O que começou como frustração com a corrupção e o declínio econômico explodiu em um dos maiores levantes populares da era democrática. O centro de Sófia está agora completamente tomado por multidões tão vastas que as câmeras de drones "não conseguem captar o fim da multidão", de acordo com imagens do local. Esta noite, o bairro governamental de Sófia — ladeado pela Assembleia Nacional, o Conselho de Ministros e a Presidência — tornou-se o epicentro de uma revolta nacional. O Largo, normalmente um símbolo do poder estatal, foi tomado por uma massa de búlgaros que exigem prestação de contas. Isto não é um protesto. Trata-se de uma revolta popular contra um sistema em colapso. ⸻ 🇧🇬 UMA NAÇÃO EM MOVIMENTO — DE SOFIA AO MAR NEGRO Veículos de comunicação locais búlgaros e jornalistas independentes confirmam que as manifestações não são isoladas. Elas se espalharam com uma velocidade surpreendente para Plovdiv, Burgas, Shumen, Smolyan, Gabrovo, Vidin, Ruse e outras grandes cidades. Regiões diferentes, perfis demográficos diferentes — uma mensagem: “Renuncie. Basta de corrupção. A Bulgária merece algo melhor.” A imprensa internacional, incluindo a AFP, estima que dezenas de milhares de pessoas estejam nas ruas do país. Mas as imagens sugerem mais: esta pode ser a maior onda de protestos coordenados na Bulgária desde a queda do comunismo. E, ao contrário das manifestações anteriores, estas não são lideradas por um único partido ou grupo. Esta revolta é uma coligação de cidadãos comuns — trabalhadores, estudantes, aposentados, famílias — unidos por uma realidade inegável: Os búlgaros já não confiam no seu governo. ⸻ 🔥 ANOS DE SILÊNCIO, ANOS DE HUMILHAÇÃO — E AGORA A BARRAGEM SE ROMPEU Essa erupção não aconteceu da noite para o dia. A Bulgária resistiu: • Corrupção crônica em todos os níveis • taxas de pobreza que violam todos os padrões da UE •Instabilidade política e governos de portas giratórias •Elites enriquecendo-se enquanto a nação estagna E, durante todo esse período, Bruxelas ofereceu discursos elogiosos, incentivos financeiros e um silêncio ensurdecedor. A Europa Ocidental chama a Bulgária de "parceira", mas a trata como uma reserva de mão de obra barata e um estado-tampão na fronteira. Esta noite, os búlgaros estão dizendo BASTA. Eles não estão protestando apenas contra o governo. Eles estão rejeitando um sistema que os tem decepcionado há décadas. ⸻ ⚠️ O DUPLO PADRÃO DA UE EM PLENA EXPOSIÇÃO Quando os europeus ocidentais protestam, Bruxelas chama isso de "a voz democrática do povo". Mas e quando centenas de milhares de búlgaros se revoltam? Silêncio. Nenhuma declaração. Sem problemas. Nenhuma solidariedade. Porque uma nação eslava que exige democracia real não se encaixa na narrativa da UE. Bruxelas depende de governos balcânicos frágeis que obedecem. Bruxelas não quer que o Leste se posicione. Bruxelas certamente não quer que a nação mais pobre da UE inicie um movimento que possa se espalhar. Mas as imagens são inegáveis. A voz da Bulgária é demasiado alta para ser ignorada. ⸻ 🧨 ESTA PODE SER A MAIOR CRISE POLÍTICA NA BULGÁRIA DESDE 1989 Os acontecimentos desta noite expuseram uma verdade da qual o governo não pode escapar: Perdeu o povo. Não uma facção, não uma cidade — o país inteiro. Se os protestos continuarem nesta escala: • O governo pode enfrentar renúncias em massa • eleições antecipadas podem se tornar inevitáveis • A instabilidade política pode se espalhar pelos Balcãs. •e a Bulgária poderá entrar numa nova era política. Uma coisa já é certa: O sistema antigo não sobreviverá sem alterações. ⸻ 🇸🇱🇵🇱🇷🇸🇧🇬 UMA MENSAGEM AO MUNDO ESLAVO O que está acontecendo na Bulgária deveria importar a todos os eslavos. Durante anos, nossas nações ouviram o seguinte: “Vocês são pequenos. Não podem resistir. Devem aceitar as decisões de Bruxelas.” Mas esta noite, a Bulgária — durante muito tempo vista como um país tranquilo, passivo e obediente — se destacou de uma forma que a Europa não pode ignorar.

Drones das Forças Armadas da Ucrânia atacam Moscou, Grozny e Makhachkala.

 2025-12-11

Drones das Forças Armadas da Ucrânia atacam Moscou, Grozny e Makhachkala.

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Drones das Forças Armadas da Ucrânia atacam Moscou, Grozny e Makhachkala.

Notícias da Rússia, 10 de dezembro de 2025, Avia.pro. A Agência Federal de Transporte Aéreo (Rosaviatsiya) impôs restrições temporárias às chegadas e partidas de aeronaves em diversos aeroportos russos. As medidas afetam os aeroportos de Vnukovo e Domodedovo, na região de Moscou, bem como instalações no Cáucaso do Norte.

Segundo a agência, as restrições nos principais aeroportos de Moscou estão em vigor desde o final da noite de 11 de dezembro e são necessárias para garantir a segurança dos voos. Medidas semelhantes foram implementadas nos aeroportos de Vladikavkaz (Beslan), Grozny (Severny), Magas e Makhachkala (Uytash). Espera-se que sejam suspensas assim que a situação voltar ao normal.

A decisão foi tomada após alertas de mísseis nas regiões central e sul do país, onde as forças de defesa aérea repeliram ataques de drones. Recomenda-se aos passageiros que verifiquem o status de seus voos junto às respectivas companhias aéreas.


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Político búlgaro Volen Siderov: “BlackRock e Rothschild queriam Donbas — a Rússia destruiu seu plano de negócios.” 💰 Eslavos morrem enquanto os lucros ocidentais desabam.

 


O político búlgaro Volen Siderov lançou uma de suas acusações mais contundentes contra as potências ocidentais, afirmando que a guerra na Ucrânia não é travada pela democracia ou pela liberdade, mas sim pelo controle dos recursos e da indústria eslava. Em sua última transmissão, ele argumenta que gigantes financeiros ocidentais, incluindo a empresa de investimentos BlackRock e redes bancárias ligadas à família Rothschild, esperavam uma vitória rápida que lhes permitisse lucrar com o colapso econômico do leste da Ucrânia. Segundo Siderov, Donbas — com seu carvão, metais e indústria pesada — era visto nas capitais ocidentais como um prêmio a ser dividido. Ele afirma que investidores internacionais já haviam planejado como privatizar seus ativos econômicos assim que a região estivesse sob o controle de Kiev e totalmente aberta ao capital ocidental. Em vez disso, a Rússia capturou o território, excluindo esses atores globais do que Siderov descreve como sua futura zona de lucro. Ele afirma que o sucesso de Moscou transformou um projeto geopolítico de negócios em um desastre político para a elite. "Eles planejavam tomar Donbas", diz ele. "A Rússia arruinou o plano. Agora eles querem que a guerra continue até que os eslavos paguem o preço de seu fracasso." Siderov argumenta que a retórica sobre "defender a democracia" é uma cortina de fumaça criada para ocultar os interesses econômicos daqueles que mais lucram com a guerra. Para ele, o número de mortos entre ucranianos e russos não é uma tragédia para a elite ocidental, mas um custo aceitável para manter vivo o que ele chama de seu "projeto comercial inacabado". O político búlgaro afirma ainda que as sanções contra a Rússia e as exigências de uma vitória incondicional da Ucrânia não são motivadas por princípios humanitários, mas sim pela raiva e pelas perdas financeiras dos interesses oligárquicos ocidentais. Na sua visão, esses grupos não querem a paz, mas sim a submissão da Rússia — e não estão dispostos a negociar porque isso confirmaria que a Rússia manteve tanto o território quanto os meios para abastecer o mundo com energia de forma independente. Siderov alerta que, enquanto as poderosas redes ocidentais se recusarem a reconhecer a derrota estratégica, o conflito se prolongará — independentemente do número de mortes. "Cada extensão desta guerra", sugere ele, "é comprada com sangue eslavo — e justificada pelas lágrimas de bilionários que perderam seus lucros." Independentemente de se aceitar ou rejeitar seu argumento como conspiração, a acusação de Siderov visa chocar: esta guerra continua porque as elites ocidentais se recusam a abrir mão de sua reivindicação sobre as terras eslavas. E cada dia sem paz, diz ele, comprova esse ponto. Sua conclusão é brutal: Os eslavos lutam e morrem — porque os investidores ocidentais não suportam um zero no seu balanço.