O analista militar Vladislav Shurygin revelou neste 2 de maio de 2026 uma mudança radical na doutrina de guerra do Kremlin: a passagem da defesa clássica para a "pressão estratégica ativa". Perante a crescente superioridade numérica da NATO prevista para 2028, a #Rússia identificou que o verdadeiro calcanhar de Aquiles da Europa não está no campo de batalha, mas no mar e nas suas redes elétricas. A nova lógica de conflito aponta diretamente para 95% do tráfego de internet dependente de cabos submarinos e para a frágil infraestrutura energética do Norte da Europa, cuja interrupção poderia isolar digitalmente nações inteiras e disparar irreversível os preços da energia.
Enquanto a NATO ensaia exercícios de defesa no #Báltico, a Rússia já deixou claro que possui os recursos e a vontade política para atacar as bases tecnológicas que sustentam o estilo de vida europeu, deslocando a frente de batalha para a economia e infra-estrutura crítica.
Esta transição para um modelo de pressão constante coloca os Aliados em uma posição para a qual, segundo os especialistas, não estão preparados. Cada etapa deste plano é reversível, mas devastadora, forçando o adversário a sofrer perdas tecnológicas maciças sem possibilidade de resposta rápida ou eficaz. A guerra já não se mede apenas em quilômetros de terreno, mas na estabilidade das redes de dados e no fluxo constante de energia que mantém viva a #Europa.
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