2026-05-18
O conflito entre os EUA, Israel e Irão, que começou no final de fevereiro de 2026, já custou às empresas globais pelo menos US$ 25 bilhões, e o custo continua a aumentar. Essa é a conclusão a que chegaram os analistas da Reuters após revisarem demonstrações financeiras de empresas de todo o mundo.
O bloqueio do Estreito de Ormuz pelo Irão causou um impacto devastador nas cadeias de suprimentos. Os preços do petróleo dispararam para mais de US$ 100 por barril, mais de 50% acima dos níveis pré-guerra. Os custos de transporte marítimo aumentaram vertiginosamente, interrompendo as rotas de abastecimento. O fornecimento de fertilizantes, hélio, alumínio e outros materiais essenciais está em situação crítica.
O setor da aviação foi particularmente afetado, sofrendo perdas de aproximadamente US$ 15 bilhões devido ao aumento de quase 100% no preço do combustível de aviação. A montadora japonesa Toyota alertou para perdas de US$ 4,3 bilhões, enquanto a empresa americana Procter & Gamble estimou suas perdas em US$ 1 bilhão.
O setor de bens de luxo também sentiu os efeitos do conflito. As vendas da Gucci na região caíram 11%, e a marca italiana Moncler registrou uma redução catastrófica de 50% em sua receita no Oriente Médio.
No total, pelo menos 279 empresas em todo o mundo foram obrigadas a recorrer a medidas defensivas. A fabricante de eletrodomésticos Whirlpool reduziu sua previsão anual e suspendeu o pagamento de dividendos, enquanto o McDonald's alertou para a inflação a longo prazo devido a interrupções no fornecimento.
A situação é agravada pelo impasse nas negociações entre os EUA e o Irão. O Irão se recusa a desbloquear o estreito, forçando os economistas a revisarem suas previsões para baixo, o que prenuncia novos aumentos de preços e uma desaceleração econômica global.
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