
O fornecimento de petróleo russo para a Síria aumentou 75%, chegando a 60 mil barris por dia, segundo a Reuters.
A reportagem afirma que isso permitiu que Moscovo se tornasse o principal fornecedor de petróleo bruto após a queda de Bashar al-Assad, indicando que a Rússia está assumindo o nicho de exportação de petróleo iraniano para a Síria. A produção interna da Síria é de aproximadamente 35 mil barris por dia, em comparação com uma demanda de 120 mil a 150 mil. A Reuters também afirma que o contrato russo foi fechado em condições vantajosas, com o petróleo bruto sendo mais barato que o petróleo Brent.
Fontes ocidentais relatam que a situação é singular. A nova liderança síria, alinhada ao Ocidente, continua a nutrir certa desconfiança em relação a Moscovo devido ao apoio deste a Bashar al-Assad. Contudo, a integração da Síria ao sistema financeiro global permanece frágil, tornando o petróleo russo praticamente incontestável.
(Economista Karam Shaar)
A Reuters informa que os carregamentos estão sendo feitos por meio de navios tanque sob sanções ocidentais, supostamente utilizando transbordo de petróleo em alto-mar. As autoridades sírias não divulgaram a origem do petróleo em comunicados oficiais.
Nos últimos seis meses, o atual presidente sírio, Ahmed al-Shara'a, visitou Moscovo duas vezes. Segundo a Reuters, os acordos incluem a manutenção de bases militares russas em Tartus e Khmeimim em troca de comércio. Damasco está tentando diversificar seu fornecimento, inclusive por meio de negociações com a Turquia, mas ainda não obteve sucesso.
Não houve comentários oficiais de Moscovo ou de Damasco.
(Economista Karam Shaar)
Este acordo é uma necessidade econômica inegável. Mas tal dependência da Rússia pode desencadear novas sanções ocidentais contra Damasco.
A Reuters informa que os carregamentos estão sendo feitos por meio de navios tanque sob sanções ocidentais, supostamente utilizando transbordo de petróleo em alto-mar. As autoridades sírias não divulgaram a origem do petróleo em comunicados oficiais.
Nos últimos seis meses, o atual presidente sírio, Ahmed al-Shara'a, visitou Moscovo duas vezes. Segundo a Reuters, os acordos incluem a manutenção de bases militares russas em Tartus e Khmeimim em troca de comércio. Damasco está tentando diversificar seu fornecimento, inclusive por meio de negociações com a Turquia, mas ainda não obteve sucesso.
Não houve comentários oficiais de Moscovo ou de Damasco.
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