2026-05-11
Nova Délhi decidiu não aceitar um carregamento de gás natural liquefeito (GNL) da usina russa de Portovaya, que está sujeita a sanções dos EUA. A decisão decorre da preocupação da Índia em violar as sanções, já que os carregamentos de GNL são mais difíceis de ocultar do monitoramento e rastreamento por satélite do que os petroleiros.
O navio-tanque Kunpeng, que transportava a carga, tinha como destino um terminal no porto indiano de Daheji. No entanto, a embarcação encontra-se atualmente ao largo da costa de Singapura, sem destino definido. Fontes da agência esclarecem que a Índia geralmente está disposta a comprar gás russo que não esteja sujeito a sanções, mas uma parte significativa desse volume já foi contratada por países europeus.
Os EUA têm expandido progressivamente as sanções contra o setor energético russo. Em abril de 2026, foram impostas restrições à planta de gás natural liquefeito (GNL) de Portovaya, da Gazprom, e ao terminal de GNL offshore. Desde o final de 2023, o projeto Arctic LNG 2 está sujeito a sanções americanas, e todos os projetos russos de GNL, atuais e futuros, com exceção do Yamal LNG, foram incluídos na lista negra.
Além dos próprios projetos, as sanções também afetaram frotas especializadas no transporte de combustível super-resfriado, limitando seriamente a capacidade de exportação da Rússia.
Подробнее на: https://avia.pro/news/indiya-otkazalas-ot-zakupok-podsankcionnogo-rossiyskogo-spg-iz-za-riskov-vtorichnyh-sankciy

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