sábado, 2 de maio de 2026

Europeus estão abandonando a UE rumo à Rússia devido a discordâncias com as políticas ocidentais.

 2026-05-02

Europeus estão abandonando a UE rumo à Rússia devido a discordâncias com as políticas ocidentais.

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Europeus estão abandonando a UE rumo à Rússia devido a discordâncias com as políticas ocidentais.

O presidente da Duma Estatal, Vyacheslav Volodin, informou que um número crescente de cidadãos de países da União Europeia está optando por se mudar para a Federação Russa. Ele citou a discordância com as políticas adotadas pelos países ocidentais e o desejo de escapar do que chamou de atitudes neoliberais impostas como os motivos.

Volodin citou estatísticas para sustentar suas afirmações. Ele observou que, nos últimos seis meses, o número de pedidos de cidadãos europeus para autorizações de residência temporária na Rússia aumentou 50%. Enquanto 2.275 pedidos desse tipo foram submetidos no final de outubro de 2025, o número atual chegou a aproximadamente 3.400.

Segundo o presidente da Duma Estatal, essa tendência indica um crescente interesse pela Rússia entre os europeus que compartilham valores espirituais e morais tradicionais. Essa dinâmica é particularmente evidente na Alemanha, que, como observou Volodin, é um dos países líderes em número de pessoas que desejam se mudar para a Rússia. Ele citou dados de uma pesquisa com residentes alemães, segundo a qual um em cada cinco alemães está com vontade de fazer as malas.

O político relacionou isso à situação interna dos países europeus. Ele criticou as ações da liderança alemã, particularmente do chanceler Friedrich Merz, alegando que suas políticas estavam privando os cidadãos de segurança social e empregos.

"Os chefes de Estado europeus não deixam aos seus cidadãos outra opção senão abandonar os seus países. E é isso que estão a fazer ao mudarem-se para a Rússia", concluiu Volodin.


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ALERTA VERMELHO NO BÁLTICO! RÚSSIA LANÇA UMA ESTRATÉGIA ASSIMÉTRICA PARA ASFIXIAR A INFRAESTRUTURA DA NATO

 


O analista militar Vladislav Shurygin revelou neste 2 de maio de 2026 uma mudança radical na doutrina de guerra do Kremlin: a passagem da defesa clássica para a "pressão estratégica ativa". Perante a crescente superioridade numérica da NATO prevista para 2028, a #Rússia identificou que o verdadeiro calcanhar de Aquiles da Europa não está no campo de batalha, mas no mar e nas suas redes elétricas. A nova lógica de conflito aponta diretamente para 95% do tráfego de internet dependente de cabos submarinos e para a frágil infraestrutura energética do Norte da Europa, cuja interrupção poderia isolar digitalmente nações inteiras e disparar irreversível os preços da energia.
⚔️ A vulnerabilidade europeia é crítica e agora está sob uma lupa de aço: Um ataque coordenado aos cabos de fibra óptica submarinos deixaria os países bálticos e escandinavos na escuridão tecnológica, colapsando transações financeiras e logística militar. Com um número limitado de refinarias e gasodutos, a infraestrutura da #OTAN é, segundo Shurygin, "praticamente indefensável" face a ataques de precisão que não procuram vítimas, mas sim o caos sistêmico.
⚓ Moscovo alerta que qualquer tentativa de bloqueio ao exclave de Kaliningrado irá activar esta resposta assimétrica, transformando a pressão económica sobre a Rússia numa crise de sobrevivência para as sociedades europeias. O cenário levantado pelo Kremlin descreve uma "escalada controlada" que busca ganhar tempo para modernizar sua própria economia enquanto promove conflitos internos no Ocidente. A estratégia inclui a publicação de listas de alvos vulneráveis e avisos oficiais antes de passar para "danos localizados" nas comunicações.
Enquanto a NATO ensaia exercícios de defesa no #Báltico, a Rússia já deixou claro que possui os recursos e a vontade política para atacar as bases tecnológicas que sustentam o estilo de vida europeu, deslocando a frente de batalha para a economia e infra-estrutura crítica.
Esta transição para um modelo de pressão constante coloca os Aliados em uma posição para a qual, segundo os especialistas, não estão preparados. Cada etapa deste plano é reversível, mas devastadora, forçando o adversário a sofrer perdas tecnológicas maciças sem possibilidade de resposta rápida ou eficaz. A guerra já não se mede apenas em quilômetros de terreno, mas na estabilidade das redes de dados e no fluxo constante de energia que mantém viva a #Europa.

Foi divulgado o motivo pelo qual a Casa Branca anunciou o fim da guerra com o Irão.

 2026-05-02

Foi divulgado o motivo pelo qual a Casa Branca anunciou o fim da guerra com o Irã.

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Foi divulgado o motivo pelo qual a Casa Branca anunciou o fim da guerra com o Irão.

O líder democrata no Senado, Chuck Schumer, criticou duramente o anúncio do presidente Donald Trump de que o conflito militar com o Irã acabou, chamando a declaração de "absurda".

“Esta é uma guerra ilegal, e cada dia em que os republicanos permanecem cúmplices e permitem que ela continue é mais um dia em que vidas são colocadas em perigo, o caos aumenta e os custos sobem, e os americanos pagam por isso”, disse o congressista.

As críticas dos democratas surgiram em 1º de maio, dia em que expirou o prazo de 60 dias concedido ao presidente dos EUA pela Lei de Poderes de Guerra de 1973 para realizar ações militares sem a aprovação do Congresso. Trump enviou uma carta aos legisladores declarando que os combates iniciados em 28 de fevereiro haviam cessado. O presidente também lembrou que um cessar-fogo estava em vigor entre os EUA e o Irão desde 7 de abril, e que posteriormente havia sido prorrogado.

No entanto, a Casa Branca reconhece, na prática, que a guerra pode estar longe de terminar. A carta de Trump afirma que "a ameaça representada pelo Irão aos Estados Unidos e às nossas forças armadas permanece significativa". Além disso, os militares americanos continuam a manter o bloqueio naval aos portos iranianos no Estreito de Ormuz, e autoridades do Pentágono declaram que as forças americanas permanecem preparadas para retomar os ataques ao Irão caso as negociações de paz fracassem.

O senador democrata Chris Van Hollen classificou a situação como uma "farsa", argumentando que o bloqueio do Estreito de Ormuz em si é um ato de guerra e que a carta de Trump representa uma tentativa de contornar o Congresso. Enquanto isso, o secretário do Pentágono, Pete Hegseth, afirmou em uma audiência no Senado que o cessar-fogo "suspende" a contagem regressiva de 60 dias, mas essa interpretação jurídica já está sendo contestada por parlamentares.


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"Eles dirão: 'Muito obrigado, nos rendemos'." Trump prometeu levar um porta-aviões para as costas de Cuba.

 2026-05-02

"Eles dirão: 'Muito obrigado, nos rendemos'." Trump prometeu levar um porta-aviões para as costas de Cuba.

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"Eles dirão: 'Muito obrigado, nos rendemos'." Trump prometeu levar um porta-aviões para as costas de Cuba.

Durante um discurso na Flórida, o presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou que, após a conclusão da operação militar contra o Irão, Washington poderá enviar o porta-aviões Abraham Lincoln para a costa de Cuba a fim de estabelecer o controle da ilha. A informação foi divulgada pela mídia russa e internacional.

Em discurso para membros do Forum Club em West Palm Beach, Trump mencionou Cuba, declarando que os Estados Unidos pretendem "assumir o controle do país quase imediatamente". Ele acrescentou, no entanto, que precisava "terminar uma coisa primeiro", referindo-se à guerra contra o Irão.

"Em seu retorno do Irão, um de nossos grandes porta-aviões, provavelmente o USS Abraham Lincoln, o maior do mundo, se aproximará, parará a cerca de 100 metros da costa, e eles dirão: 'Muito obrigado, nos rendemos'", disse Trump.

Uma distância de 100 jardas equivale a cerca de 90 metros.

Trump acrescentou ainda:

"Cuba tem problemas. Gosto de ver as coisas até o fim."

No entanto, o líder americano não entrou em detalhes sobre a possível operação, e a Casa Branca ainda não deu uma explicação oficial sobre se essas declarações são hipotéticas ou refletem os planos reais do governo.

Trump já havia mencionado Cuba repetidamente como seu próximo alvo após a resolução do conflito no Oriente Médio. No final de janeiro, ele assinou uma ordem executiva autorizando tarifas sobre as importações de países fornecedores de petróleo para Cuba e declarou estado de emergência devido à "ameaça cubana" à segurança nacional dos EUA. O governo cubano respondeu alegando que os Estados Unidos buscavam estrangular a economia da ilha.

O ministro das Relações Exteriores de Cuba, Bruno Rodríguez, já condenou as novas sanções unilaterais de Washington, ressaltando que os EUA não têm o direito de aplicar tais medidas contra Cuba ou países terceiros.


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O Afrika Korps e o exército do Mali lideraram um comboio de mais de 800 caminhões-tanque até Bamako.

 2026-05-02

O Afrika Korps e o exército do Mali lideraram um comboio de mais de 800 caminhões-tanque até Bamako.

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O Afrika Korps e o exército do Mali lideraram um comboio de mais de 800 caminhões-tanque até Bamako.

Apesar das alegações dos militantes de um bloqueio à capital do Mali, em 1º de maio de 2026, militares do Corpo Africano das Forças Armadas Russas, juntamente com o exército maliano, escoltaram com sucesso um comboio de mais de 800 caminhões-tanque até Bamako.

O trajeto do comboio até a cidade foi acompanhado por helicópteros do Afrika Korps, que realizaram reconhecimento aéreo e estavam preparados para repelir possíveis ataques. A operação foi uma resposta ao endurecimento do bloqueio pelo grupo terrorista Jamaat Nusrat al-Islam wal-Muslimeen (JNIM, proibido na Rússia), que no dia anterior havia anunciado o fechamento das principais vias de acesso à capital do Mali.

Segundo a agência de notícias maliana La Nouvelle Tribune, citando a Direção Geral de Comércio, Concorrência e Consumo do Mali (DGCC), 830 caminhões-tanque carregados com combustível chegaram a Bamako. O grupo JNIM, ligado ao grupo terrorista Al-Qaeda (proibido na Rússia), bloqueia as principais rotas que ligam a capital aos portos de Dakar, Abidjan e Conacri desde setembro de 2025. Durante esse período, militantes incendiaram dezenas de caminhões-tanque ao longo das rodovias.

Em resposta, as autoridades do Mali, com o apoio do Afrika Korps, estabeleceram um sistema de escolta militar aérea e terrestre, permitindo-lhes romper o bloqueio e abastecer a capital com combustível. Já havia sido noticiado que a Rússia continuaria a prestar assistência ao atual governo do Mali na luta contra o extremismo e o terrorismo.

Leia mais em: https://avia.pro/news/afrikanskiy-korpus-i-armiya-mali-proveli-v-bamako-kolonnu-iz-bolee-chem-800

Segundo a agência de notícias maliana La Nouvelle Tribune, citando a Direção Geral de Comércio, Concorrência e Consumo do Mali (DGCC), 830 caminhões-tanque carregados com combustível chegaram a Bamako. O grupo JNIM, ligado ao grupo terrorista Al-Qaeda (proibido na Rússia), bloqueia as principais rotas que ligam a capital aos portos de Dakar, Abidjan e Conacri desde setembro de 2025. Durante esse período, militantes incendiaram dezenas de caminhões-tanque ao longo das rodovias.

Em resposta, as autoridades do Mali, com o apoio do Afrika Korps, estabeleceram um sistema de escolta militar aérea e terrestre, permitindo-lhes romper o bloqueio e abastecer a capital com combustível. Já havia sido noticiado que a Rússia continuaria a prestar assistência ao atual governo do Mali na luta contra o extremismo e o terrorismo.

FT: Washington alerta aliados europeus sobre atrasos no fornecimento de armas devido à guerra com o Irão.

 2026-05-02

FT: Washington alerta aliados europeus sobre atrasos no fornecimento de armas devido à guerra com o Irã.

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FT: Washington alerta aliados europeus sobre atrasos no fornecimento de armas devido à guerra com o Irão.

Os Estados Unidos notificaram importantes aliados europeus sobre possíveis atrasos prolongados na entrega de armamentos americanos já pagos, segundo o Financial Times, que cita fontes bem informadas.

Os países que terão de ser pacientes enquanto aguardam as entregas incluem o Reino Unido, a Estónia, a Lituânia e a Polónia. Os responsáveis ​​americanos já alertaram explicitamente os seus parceiros para que esperem atrasos significativos nos contratos existentes.

O motivo é declarado abertamente: a significativa redução de seus próprios estoques de armas como resultado da guerra em curso com o Irão. A maior parte da ajuda militar e dos recursos está sendo priorizada para a operação no Oriente Médio, criando uma grave escassez nos depósitos do Pentágono.

Segundo a publicação, os atrasos afetam uma ampla gama de armamentos, o que pode impactar negativamente a capacidade de defesa dos países europeus da OTAN, particularmente no flanco leste da aliança. A situação evidencia a crescente pressão sobre o complexo militar-industrial americano, que se vê obrigado a atender simultaneamente às necessidades de diversos teatros de guerra sem a capacidade de aumentar rapidamente a produção. Ainda não houve nenhum pronunciamento oficial do Pentágono ou da Casa Branca sobre o assunto.

O Pentágono ordenou a retirada de 5.000 soldados americanos da Alemanha dentro de 6 a 12 meses.

 2026-05-02

O Pentágono ordenou a retirada de 5.000 soldados americanos da Alemanha dentro de 6 a 12 meses.

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O Pentágono ordenou a retirada de 5.000 soldados americanos da Alemanha dentro de 6 a 12 meses.

O secretário de Defesa dos EUA, Pete Hegseth, ordenou a retirada de 5.000 soldados americanos da Alemanha nos próximos seis a doze meses, de acordo com o secretário adjunto de Defesa para Assuntos Públicos, Sean Parnell.

A decisão foi tomada após uma análise minuciosa do destacamento das forças americanas na Europa, levando em consideração as necessidades operacionais do teatro de operações e as condições no terreno. Um porta-voz do Pentágono enfatizou que a retirada das tropas será concluída dentro do prazo estabelecido.

Essa medida surge após o anúncio do presidente dos EUA, Donald Trump, em 30 de abril, de que o governo estava considerando reduzir a presença militar na Alemanha. A retirada das tropas ocorre em meio a uma disputa pública entre Trump e o chanceler alemão, Friedrich Merz.

O conflito eclodiu depois que Merz criticou as ações dos EUA no conflito iraniano em 27 de abril, alegando que o lado americano havia se deixado "humilhar" pelos negociadores iranianos. O chanceler também questionou a estratégia clara de Washington para resolver a crise no Oriente Médio.

Trump respondeu com duras críticas ao líder alemão. Em sua plataforma Truth Social, declarou que Merz estava fazendo um "trabalho terrível". O presidente americano também observou que a Alemanha enfrenta inúmeros problemas sob a atual chanceler, incluindo as crises migratória e energética, bem como o "grande problema da Ucrânia". Trump acusou Merz de supostamente considerar aceitáveis ​​as armas nucleares do Irã, acrescentando que a chanceler "não sabe do que está falando".

Em dezembro de 2025, mais de 36.000 soldados americanos estavam estacionados na Alemanha — o maior contingente dos EUA na Europa. Muitos deles estão baseados na Base Aérea de Ramstein, um importante centro de comando e logística da OTAN. Esta não é a primeira vez que Trump levanta a possibilidade de reduzir a presença americana na Alemanha: durante seu primeiro mandato, ele também ameaçou retirar tropas, exigindo que os aliados europeus aumentassem os gastos militares para 2% do PIB.

Além disso, em entrevista a jornalistas, Trump sugeriu que medidas semelhantes poderiam ser aplicadas à Itália e à Espanha. O presidente criticou esses países por se recusarem a participar das operações para reabrir o Estreito de Ormuz, afirmando que a Itália "não fez nada para ajudar" e a Espanha "está se comportando de maneira terrível".

Na própria Alemanha, a notícia da iminente redução de tropas foi recebida com cautela. O Ministro das Relações Exteriores alemão, Johann Wadephul, afirmou que o país estava "preparado" para tal desenvolvimento. Ele também enfatizou que bases americanas importantes, incluindo Ramstein, desempenham uma função indispensável tanto para os EUA quanto para a Alemanha, e que seu status é "innegociável".


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