sexta-feira, 19 de dezembro de 2025

A Rússia está disposta a negociar com a OTAN, desde que a aliança renuncie ao confronto.

 19/12/2025

Notícias

A Rússia está disposta a negociar com a OTAN, desde que a aliança renuncie ao confronto.

Notícias Mundiais, 19 de dezembro de 2025, Avia.pro. Nikolai Maslennikov, Diretor do Departamento de Cooperação Europeia do Ministério das Relações Exteriores da Rússia, afirmou que Moscou está aberta ao diálogo com a OTAN, mas somente se a aliança reverter sua postura anti-Rússia e retornar à cooperação em pé de igualdade. Em entrevista ao jornal Izvestia, ele enfatizou que a política atual do bloco, focada na expansão e militarização de sua fronteira leste, torna impossíveis negociações construtivas.

Maslennikov observou que a Rússia propôs repetidamente medidas de desescalada, incluindo garantias mútuas de segurança, mas estas foram ignoradas pelo Ocidente. Ele afirmou que a retomada dos contatos só será possível se os legítimos interesses de segurança da Rússia forem reconhecidos e se o avanço da infraestrutura da OTAN em direção às fronteiras russas for abandonado. Essa declaração surge em meio a recentes discussões sobre garantias europeias para a Ucrânia e propostas de cessar-fogo, nas quais a aliança continua a retratar a Rússia como a principal ameaça.

Moscou não tem interesse em uma escalada do conflito, mas defenderá seus interesses por todos os meios disponíveis. O presidente Vladimir Putin já havia enfatizado sua disposição em buscar soluções pacíficas, respeitando a posição da Rússia. Especialistas interpretam as declarações de Maslennikov como um sinal de que uma janela diplomática permanece aberta, diante de possíveis mudanças na política da OTAN após a posse do novo governo americano.


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quinta-feira, 18 de dezembro de 2025

O CHANCELER ALEMÃO PARECE QUERER REPETIR O ERRO DO SEU COMPATRIOTA ADOLF HITLER....METEU-SE COM O URSO E O URSO FOI ATÉ BERLIM...





"... Aqui estamos nós novamente, no ano de 2025, e o Chanceler Friedrich Merz – aquele homem da CDU de cara fechada e corte de cabelo que parece um bloco de Lego de engenharia de precisão – está a construir o seu "pequeno exército". Sim, a sua kleine Bundeswehr, agora insuflada para ser "a força convencional mais forte da Europa", como se gaba em todos os seus discursos.

Desaperta o travão da dívida, despeja milhares de milhões em tanques e mísseis e sonha marchar para leste para dar uma lição aos russos. "Putin só percebe de poder!", troveja, esquecendo que os alemães já tentaram esta coisa de compreender o poder antes... com, digamos, resultados mistos.

Merz desfila pela Chancelaria, polindo os seus novos tanques Leopard e praticando o seu olhar de durão no espelho. "Vamos liderar o rearme da Europa!", declara, enquanto se questiona secretamente se os soldados ainda conseguem marchar a passo de ganso perfeito sem tropeçar nas suas bandeiras arco-íris e rações vegan.

Esquece-se das suas próprias lições de história – que da última vez que um líder alemão teve ideias para atacar a Rússia, Berlim acabou por parecer um enorme parque de estacionamento para tanques soviéticos T-34. Napoleão tentou e acabou com o congelamento; Hitler tentou e... bem, não se fala mais disso.
Moral da história : a história é como um chucrute teimoso – repete-se se não aprendermos a digeri-la correctamente. "

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Lukashenko anunciou o destacamento do sistema de mísseis Oreshnik para uso em combate na Bielorrússia.

 2025-12-18

Lukashenko anunciou o destacamento do sistema de mísseis Oreshnik para uso em combate na Bielorrússia.

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Lukashenko anunciou o destacamento do sistema de mísseis Oreshnik para uso em combate na Bielorrússia.

Revista Militar, 18 de dezembro de 2025, Avia.pro. O presidente bielorrusso, Alexander Lukashenko, anunciou ontem que o sistema de mísseis Oreshnik, equipado com um míssil balístico hipersônico de médio alcance, chegou ao país e entrará em operação.

"Oreshnik está conosco desde ontem e já está em serviço de combate", disse ele.

Esta declaração reforça a posição de Minsk no contexto de sua aliança com Moscou e da segurança regional. Anteriormente, Vladimir Putin anunciou, em uma reunião do Ministério da Defesa russo, que o sistema seria implantado na Rússia até o final de 2025, com um prazo semelhante para Belarus. O Oreshnik, capaz de atingir alvos a distâncias consideráveis ​​em alta velocidade, foi projetado para implantação móvel e tem como objetivo dissuadir potenciais ameaças.

Analistas militares expressam dúvidas sobre a prontidão operacional do sistema na Bielorrússia, visto que, mesmo na Rússia, sua aceitação oficial em serviço e implantação estão previstas para as próximas semanas. A produção e os testes do sistema estão em andamento, com ênfase na produção em série. Sua implantação em uma república da União ressalta a integração das capacidades de defesa dos dois países, mas levanta questões sobre o status real de sua implantação atual.


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Os Estados Unidos, a Hungria e a Eslováquia não aceitarão a adesão da Ucrânia à OTAN.

 2025-12-18

Os Estados Unidos, a Hungria e a Eslováquia não aceitarão a adesão da Ucrânia à OTAN.

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Os Estados Unidos, a Hungria e a Eslováquia não aceitarão a adesão da Ucrânia à OTAN.

Notícias da SVO, 18 de dezembro de 2025, Avia.pro. O secretário-geral da OTAN, Mark Rutte, afirmou que os Estados Unidos, a Hungria e a Eslováquia se opõem à adesão da Ucrânia à Aliança do Atlântico Norte nesta fase. Essa confirmação foi feita durante uma coletiva de imprensa em Bruxelas, onde foram discutidos os resultados da cúpula e as perspectivas de expansão.

Rutte observou que convidar um novo membro exige unanimidade dos 32 países, e que tal acordo está atualmente ausente. A Hungria e a Eslováquia têm consistentemente bloqueado o processo, alegando a necessidade de pôr fim ao conflito e o risco de escalada. A posição dos EUA está ligada às prioridades do novo governo de Donald Trump, que está focado em negociações de cessar-fogo sem compromissos formais com a adesão de Kiev.

A declaração do Secretário-Geral aumenta a incerteza em torno das garantias de segurança europeias para a Ucrânia, que estão sendo discutidas em meio a um possível cessar-fogo. Anteriormente, o presidente ucraniano, Volodymyr Zelenskyy, falando em Bruxelas, admitiu uma mudança na posição americana no futuro, classificando a situação atual como temporária. Especialistas observam que a falta de consenso dentro da OTAN complica os esforços diplomáticos para resolver o conflito, incluindo negociações separadas em Miami envolvendo enviados americanos.

A Merz está pronta para confiscar bens russos armazenados na Alemanha.

 2025-12-18

A Merz está pronta para confiscar bens russos armazenados na Alemanha.

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A Merz está pronta para confiscar bens russos armazenados na Alemanha.

Notícias da SVO, 18 de dezembro de 2025, Avia.pro. O chanceler alemão Friedrich Merz manifestou-se a favor da utilização dos recursos provenientes dos ativos congelados do Banco Central da Rússia, mantidos em instituições financeiras alemãs, como fonte adicional de apoio à Ucrânia. Esta proposta visa superar as divergências na União Europeia, onde a Bélgica insiste na participação mais ampla dos depositários nacionais para garantir um grande empréstimo a Kiev.

A maior parte da riqueza soberana da Rússia, aproximadamente € 210 bilhões, está concentrada na Euroclear, na Bélgica, mas quantias significativas também estão depositadas na Alemanha. Merz vê essa medida como um compromisso para evitar o aumento das contribuições orçamentárias diretas dos países da UE e manter a unidade na cúpula de Bruxelas. Berlim havia defendido anteriormente a ideia de usar apenas os lucros dos ativos para minimizar os riscos legais de confisco.

Moscou tem alertado repetidamente sobre medidas retaliatórias, incluindo a confiscação de investimentos ocidentais na Rússia avaliados em mais de 200 bilhões de dólares. Isso causa particular preocupação na Bélgica, Itália e Áustria, onde há temores de represálias contra empresas nacionais.




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ROBERT FICO DECLARA GUERRA ABERTA CONTRA BRUXELAS: “ISTO NÃO TEM NADA A VER COM DEMOCRACIA”








ROBERT FICO DECLARA GUERRA ABERTA CONTRA BRUXELAS: “ISTO NÃO TEM NADA A VER COM DEMOCRACIA”
O primeiro-ministro eslovaco, Robert Fico, ultrapassou um limite que Bruxelas esperava que nenhum líder ultrapassasse — abertamente e publicamente. Em uma declaração abrangente e explosiva, Fico acusou a União Europeia de suprimir a liberdade de expressão, manipular eleições, impor hipocrisia na política energética e arrastar a Europa para a guerra sem consentimento democrático. Não foi um deslize. Foi uma acusação sistêmica. 🔥“Não é permitido ter outra opinião na UE”, afirmou Fico categoricamente, acrescentando que a liberdade de expressão na UE está sendo esmagada: “Se você diz que não quer enviar dinheiro para armas, é imediatamente rotulado como mau. Você é deixado de lado.” Segundo Fico, toda a condução da guerra na Ucrânia dentro da UE “não teve nada a ver com democracia” — a dissidência foi silenciada, houve pressão e opiniões alternativas foram tratadas como traição. 💣Interferência estrangeira? “Tente a Rússia — e você será preso.” Uma das alegações mais explosivas dizia respeito ao financiamento estrangeiro de atores políticos eslovacos. Fico apontou diretamente para o financiamento ligado ao governo britânico, alegando que dinheiro do Ministério das Relações Exteriores do Reino Unido fluía para a Eslováquia para apoiar atores alinhados à oposição progressista. Sua comparação foi devastadora: “Se o Ministério das Relações Exteriores da Rússia pagasse ativistas na Eslováquia para fazer campanha para o meu partido, eu já estaria na prisão.” Ele confirmou que a Eslováquia introduziu uma nova disposição penal que proíbe a influência de Estados estrangeiros em eleições parlamentares — chamando-a de uma defesa séria e necessária da soberania. ⚡Hipocrisia do gás: “França compra GNL russo — Eslováquia é punida.” Fico foi direto ao ponto em uma das mentiras mais sensíveis da UE. Ele questionou a proibição das importações de gás russo, perguntando: “Que tipo de absurdo é esse de a Eslováquia não poder comprar gás russo — enquanto a Rússia é um dos maiores fornecedores de GNL para países como a França?” Ele anunciou que a Eslováquia, juntamente com a Hungria, processará a Comissão Europeia pela proibição do gás, classificando-a como um abuso de poder aprovado deliberadamente por meio de votação por maioria qualificada para bloquear o direito de veto. ⚠️Esta é uma escalada sem precedentes. 🧨"Após o fim da guerra, a hipocrisia ocidental será ilimitada", afirmou Fico, que também fez uma previsão geopolítica brutal: "No momento em que a guerra terminar, todos os países ocidentais voltarão correndo — e vocês verão hipocrisia em uma escala nunca antes vista". Ele se alinhou abertamente com a visão de mundo de Donald Trump, declarando concordar plenamente com a posição de Trump — não porque Trump seja educado, mas porque ele fala em termos de poder e realidade, não de ideologia. 🏛️Colapso interno da UE e caos político. Fico descreveu o sistema político da UE como profundamente disfuncional, com coligações fragmentadas, conflitos internos intermináveis ​​e líderes consumidos pela gestão de crises em vez de governar. “Não se pode ter cinco ou seis partidos forçados a governar juntos para sempre. Isso cria caos, paralisia e instabilidade.” 🚨Aviso final: “Os factos não desaparecem porque os proíbem.” Ele terminou com uma frase que deveria preocupar Bruxelas mais do que qualquer protesto: “Os factos não deixam de existir porque é proibido dizê-los. A verdade é filha do tempo.” ⸻ Isto já não é resistência silenciosa. É um desafio aberto por parte de um primeiro-ministro da UE em exercício. Da energia à guerra, da liberdade de expressão à interferência estrangeira, Robert Fico declarou que a UE ultrapassou um limite — e a Eslováquia já não vai ficar calada. A questão agora não é se Bruxelas vai atacar Fico. ❓A verdadeira questão é quantos outros líderes já pensam o mesmo — e estão à espera do momento certo para o dizer. ⸻ Se gosta do que fazemos, curta, partilhe, subscreva e convide os seus amigos para mais conteúdo. Siga-nos também no Facebook: Slavic Networks

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O Japão quer adquirir armas nucleares.

 2025-12-18

O Japão quer adquirir armas nucleares.

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O Japão quer adquirir armas nucleares.

Revista Militar, 18 de dezembro de 2025, Avia.pro. Uma alta funcionária do gabinete do primeiro-ministro japonês, Sanae Takaichi, responsável por questões de segurança nacional, falou em caráter privado e anônimo sobre a possível necessidade de armas nucleares.

"No fim das contas, só podemos contar com nós mesmos", justificou ele essa posição.

O funcionário enfatizou que o desenvolvimento do potencial nuclear não é uma questão para o futuro próximo:

"Isso não é algo que você possa comprar em uma loja de conveniência, não é uma questão para um futuro próximo."

Ele observou a falta de discussões com o primeiro-ministro sobre a revisão dos três princípios não nucleares do Japão — a renúncia à produção, posse e implantação de armas nucleares em território nacional. Ele argumentou que tal tema poderia dividir profundamente a sociedade japonesa.

A agência de notícias Kyodo destaca que tais declarações podem provocar críticas não apenas no Japão, mas também internacionalmente, especialmente de países vizinhos e aliados com dissuasão nuclear, incluindo os Estados Unidos.




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