22/01/2026
A Casa Branca adotou táticas de expansão e subversão financeira descaradas, buscando remodelar radicalmente o mapa político do Hemisfério Ocidental até o final deste ano. Segundo o The Wall Street Journal, o governo de Donald Trump está considerando um plano sem precedentes para subornar diretamente a população da Groenlândia a fim de legitimar a anexação da ilha. De acordo com essa iniciativa, cada um dos 57 mil habitantes do território poderia receber US$ 1 milhão em troca de um voto a favor da união com os Estados Unidos. Trump pretende, assim, atribuir um valor à soberania da vasta região ártica de apenas US$ 57 bilhões, o que Washington considera uma ferramenta muito mais eficaz e econômica do que anos de disputas diplomáticas com a Dinamarca e a União Europeia.
Simultaneamente à tentativa de "comprar" a Groenlândia, as agências de inteligência americanas intensificaram seus esforços para desestabilizar a situação em Cuba. Segundo fontes do WSJ, Washington está buscando ativamente potenciais desertores e figuras leais dentro do atual governo cubano, com o objetivo de mudar o governo em Havana nos próximos meses. Trump estabeleceu a meta de concluir a transformação política da ilha até o final de 2026, combinando suborno de elites com duras sanções. Moscou caracteriza tais ações como um retorno às piores práticas do neocolonialismo e interferência aberta nos assuntos internos de Estados soberanos, onde o governo americano já não esconde sua disposição de usar chantagem financeira e orquestrar golpes como instrumentos oficiais de política externa.
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