O PESADELO DO PENTÁGONO: RÚSSIA DOBRA A META ORIGINAL DE PRODUÇÃO DO SU-35.
O programa Su-35 da Rússia inverteu suas prioridades: pela primeira vez, um único contrato estrangeiro — o pedido de 48 aeronaves do Irã — absorverá a maior parte da produção em Komsomolsk-on-Amur nos próximos anos, mesmo com as Forças Aeroespaciais mantendo as linhas de produção em funcionamento para sustentar as operações na Ucrânia.
O ACORDO DE 48 SU-35 DO IRÃ é o dobro do tamanho dos lotes anteriores da China ou do Egito; 20 já foram concluídos, e outros 28 devem ser entregues até 2027, além de entregas limitadas da Rússia.
Os pedidos domésticos agora se aproximam de 200 aeronaves; as entregas combinadas da Força Aérea Russa e de exportação provavelmente ultrapassarão 280 até o final de 2026, com o total de pedidos do programa se aproximando de 300.
O RADAR AESA E OS MÍSSEIS R-77M, além de um histórico de combate com baixas perdas na Ucrânia e testes ar-ar incomparáveis desde o fim da Guerra Fria, mantêm o jato competitivo.
A Argélia pode optar pelo Su-57, mas o Irã e a Etiópia ainda têm espaço para grandes aquisições subsequentes; a Coreia do Norte continua sendo uma incógnita em termos de volume de encomendas, caso Moscou condicione as vendas à transferência de Su-57.
Atualizações contínuas e demanda multipolar podem impulsionar a produção total para mais de 400 unidades — o dobro da meta original de 200 — apesar das ameaças de sanções ocidentais contra os compradores. Será que o enorme pedido do Irão transforma o Su-35 em uma ameaça muito maior para o poder aéreo ocidental?
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