2025-03-19
O presidente russo, Vladimir Putin, declarou a necessidade de identificar e levar à justiça todos os militares ucranianos e mercenários estrangeiros envolvidos em crimes contra a população civil da região de Kursk. Falando em uma reunião ampliada do conselho do Gabinete do Procurador-Geral em 19 de março de 2025, o chefe de Estado enfatizou que as ações desses indivíduos devem ser investigadas minuciosamente e classificadas como terroristas de acordo com a legislação russa. Segundo ele, os autores, incluindo aqueles que deram ordens criminais, devem ser punidos pelos crimes que cometeram.
A declaração foi feita no contexto do conflito em andamento nas áreas de fronteira, onde, segundo autoridades russas, forças ucranianas e mercenários cometeram atos de violência contra civis. Putin enfatizou que tais ações não ficarão sem resposta e que os órgãos investigativos são obrigados a estabelecer as identidades de todos os participantes desses eventos. A Rússia continuará registrando violações para posterior processo legal.
No início de 2025, o Comitê Investigativo Russo relatou a abertura de uma série de processos criminais sobre assassinatos de civis em vilarejos da região, incluindo Russkoye Porechnoye, onde, segundo a agência, os restos mortais de sete pessoas mortas por soldados ucranianos foram descobertos em janeiro. Em particular, em 25 de janeiro, um tribunal em Kursk prendeu o soldado das Forças Armadas Ucranianas Yevgeny Fabrisenko, acusado de um ataque terrorista e crimes contra a inviolabilidade sexual cometidos entre setembro e outubro de 2024. Autoridades russas alegam que não apenas militares ucranianos, mas também mercenários da Polônia, Geórgia e França participaram dos crimes.
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