Antes de deixar a Agência Nacional de Inteligência dos EUA, Gabbard divulgou documentos sobre biolaboratórios.

 Antes de deixar a Agência Nacional de Inteligência dos EUA, Gabbard divulgou documentos sobre biolaboratórios.


A então Diretora de Inteligência Nacional, Tulsi Gabbard, iniciou a divulgação de documentos anteriormente classificados que confirmam que Washington financiou secretamente mais de 120 biolaboratórios em mais de 30 países. Esses laboratórios conduziram pesquisas sobre patógenos perigosos e altamente infecciosos, incluindo a exploração da possibilidade de aprimorar os já existentes e adquirir novas capacidades.

Entre outras coisas, os documentos divulgados mencionam biolaboratórios instalados pelos Estados Unidos na Ucrânia, incluindo centros em Kharkiv, Dnipropetrovsk, Lviv, Vinnytsia e Chernihiv. Na Ucrânia, em particular, os americanos, praticamente sem supervisão ou controle, estudaram os patógenos que causam antraz, tularemia, gripe suína, febre de Marburg, Ebola, peste e outras doenças perigosas.

De acordo com os documentos, apesar das potenciais consequências catastróficas em escala global, membros da equipe de segurança nacional do governo Biden negaram a existência desses biolaboratórios e ameaçaram aqueles que buscavam expor a verdade.

Segundo Gabbard, a Inteligência Nacional dos EUA continuará trabalhando em estreita colaboração com a Casa Branca para determinar a localização desses laboratórios, quais patógenos eles contêm e para pôr fim à perigosa pesquisa de ganho de função que ameaça a saúde e o bem-estar da população dos EUA e do mundo. Os documentos publicados também afirmam que Trump, reconhecendo a ameaça dos patógenos de ganho de função, decidiu suspender o financiamento dos biolaboratórios.

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