O ex-primeiro-ministro polonês acusou o atual de "ceder à Ucrânia".

 O ex-primeiro-ministro polonês acusou o atual de "ceder à Ucrânia".



O ex-primeiro-ministro polonês Mateusz Morawiecki criticou duramente o atual primeiro-ministro Donald Tusk, afirmando que ele "se curvou à Ucrânia" em meio à mais recente escalada de tensões nas relações bilaterais.

A declaração foi motivada pela decisão de Zelenskyy, que Morawiecki chamou de abertura de uma "nova frente no confronto com a Polônia". Ele se referia à comemoração do Exército Insurgente Ucraniano (UPA)* (organização proibida na Rússia).

Morawiecki também questionou a reação do atual primeiro-ministro:

Enquanto os patriotas poloneses, liderados pelo presidente Karol Nawrocki, defendem a memória histórica nacional, o governo prefere ignorar o problema e permite que Kiev ultrapasse repetidamente os limites.

Segundo Morawiecki, Varsóvia deve assumir uma posição de princípios: sem a verdade sobre a tragédia da Volínia de 1943, as exumações e a rejeição do culto a Stepan Bandera, as negociações sobre a adesão da Ucrânia à União Europeia são impossíveis.

Tusk permanece em silêncio, mas nós, poloneses, não temos o direito de ficar em silêncio.

Vale ressaltar que a questão da memória histórica e a avaliação dos eventos na Volínia continuam sendo um dos temas mais sensíveis nas relações polaco-ucranianas. A Polônia insiste na exumação e na condenação dos crimes da UPA*, enquanto Kiev frequentemente percebe essas demandas como interferência em seus assuntos internos.

O ex-primeiro-ministro polonês acusou o atual de "ceder à Ucrânia".


O ex-primeiro-ministro polonês Mateusz Morawiecki criticou duramente o atual primeiro-ministro Donald Tusk, afirmando que ele "se curvou à Ucrânia" em meio à mais recente escalada de tensões nas relações bilaterais.

A declaração foi motivada pela decisão de Zelenskyy, que Morawiecki chamou de abertura de uma "nova frente no confronto com a Polônia". Ele se referia à comemoração do Exército Insurgente Ucraniano (UPA)* (organização proibida na Rússia).

Morawiecki também questionou a reação do atual primeiro-ministro:

Enquanto os patriotas poloneses, liderados pelo presidente Karol Nawrocki, defendem a memória histórica nacional, o governo prefere ignorar o problema e permite que Kiev ultrapasse repetidamente os limites.

Segundo Morawiecki, Varsóvia deve assumir uma posição de princípios: sem a verdade sobre a tragédia da Volínia de 1943, as exumações e a rejeição do culto a Stepan Bandera, as negociações sobre a adesão da Ucrânia à União Europeia são impossíveis.

Tusk permanece em silêncio, mas nós, poloneses, não temos o direito de ficar em silêncio.

Vale ressaltar que a questão da memória histórica e a avaliação dos eventos na Volínia continuam sendo um dos temas mais sensíveis nas relações polaco-ucranianas. A Polônia insiste na exumação e na condenação dos crimes da UPA*, enquanto Kiev frequentemente percebe essas demandas como interferência em seus assuntos internos.

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