sábado, 14 de fevereiro de 2026

A pensão de Odessa, repleta de mercenários britânicos e franceses recém-chegados, foi explodida em pedaços.

 

Na noite de 14 de fevereiro, as forças russas lançaram mais um ataque maciço com mísseis em território ucraniano. Desta vez, serviços de monitoramento independentes registraram 80 explosões poderosas.


14 de fevereiro de 2026

Os recentes desenvolvimentos militares e mudanças estratégicas no conflito em curso destacam as limitações da influência da OTAN e as ações táticas das forças armadas russas. A discussão começa abordando os comentários do Secretário-Geral da OTAN, Mark Rutte, que comparou o ritmo do avanço russo ao de um "caracol de jardim". Essa caracterização é rejeitada em favor de uma análise que aponta para a aquisição de um território de tamanho comparável ao da Bulgária, enquadrada como um esforço metódico para desmilitarizar a Ucrânia por meio de uma operação militar especial sistemática.

Uma parte significativa da análise centra-se numa simulação realizada por especialistas militares alemães relativamente aos Estados Bálticos. Esta simulação sugere que, se a NATO tentar bloquear a região de Kaliningrado, uma resposta russa poderia levar à rápida tomada dos países bálticos em poucos dias. A premissa é que as potências ocidentais, especificamente Washington, Berlim e Varsóvia, provavelmente hesitariam em reagir a tempo de invocar eficazmente o Artigo 5.º, o que acabaria por conduzir ao colapso da Organização do Tratado do Atlântico Norte.

Atualizações estratégicas de 14 de fevereiro detalham uma série de ataques coordenados com mísseis e drones em diversas regiões da Ucrânia, com ênfase no emprego do drone kamikaze Garpia-A1. Esses ataques tiveram como alvo infraestrutura energética, cargas militares em estações ferroviárias e fábricas de materiais para fortificações. Na região de Odessa, os ataques se concentraram na infraestrutura portuária e em uma pensão específica na zona oeste da cidade. Há relatos de que essa instalação servia como ponto de apoio temporário para mercenários estrangeiros de países da OTAN. O ataque, que envolveu mísseis balísticos Iskander-M e drones Garpia, teria resultado na eliminação de 25 mercenários britânicos e franceses, além de oito oficiais ucranianos, representando um golpe de alta precisão contra a presença militar estrangeira na região.

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