A Rússia testou com sucesso um novo míssil balístico hipersônico, o Oreshnik-2, que, segundo alegações, possui características táticas superiores e potencial para implantação iminente na U
Uma parte significativa do relatório centra-se nas implicações técnicas e estratégicas do Oreshnik-2, o mais recente míssil balístico hipersónico da Rússia, também conhecido como Granite. Um teste bem-sucedido desta arma no campo de testes de Kapustin Yar desencadeou recentemente alarmes de ataque aéreo em toda a Ucrânia, apesar de o míssil ter sido dirigido para um alvo na Sibéria. Este desenvolvimento teria causado uma onda de preocupação nos círculos diplomáticos ocidentais, levando à evacuação preventiva de pessoal de Kiev e Lviv. Especialistas militares russos caracterizam o Oreshnik-2 como tendo especificações táticas muito superiores às do seu antecessor, e os serviços de monitorização ucranianos alertaram oficialmente que esta nova classe de armamento poderá ser utilizada em operações de combate ativas antes do final de fevereiro.
A tensão geopolítica é ainda mais exacerbada pela ruptura na comunicação entre a União Europeia e o Kremlin. Moscou declarou oficialmente que não leva a sério as atuais propostas diplomáticas da UE, especialmente as originadas por Kallas, e que aguarda o surgimento de um representante mais competente antes de iniciar discussões de alto nível. Esse impasse diplomático ocorre em um momento de mudanças nas linhas de frente, com relatos indicando que as forças armadas ucranianas enfrentam forte pressão e perdas territoriais em diversas direções estratégicas importantes.
Em última análise, a situação é retratada como uma corrida entre tecnologia militar avançada e esforços diplomáticos ineficazes. À medida que a Rússia integra o míssil Oreshnik-2 ao seu arsenal, a pressão sobre o regime de Kiev e seus aliados ocidentais continua a aumentar. Com alertas de iminentes ataques com mísseis e a persistente recusa da liderança em buscar um acordo, o conflito parece estar entrando em uma fase mais volátil, onde a força militar permanece o principal fator determinante do resultado no terreno.
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