sábado, 21 de fevereiro de 2026

Frotas da Rússia e do Irã realizam exercício no Estreito de Ormuz – Trump adia ataque: Moscou afirma que o exército de Kiev está definhando. Editor 20 de fevereiro de 2026

  












Alexander Mercouris discute o aumento das tensões geopolíticas entre os Estados Unidos, Israel e Irã, juntamente com a estagnação diplomática na Ucrânia. Em relação ao Oriente Médio, ele destaca os recentes exercícios navais russos e iranianos no Mar Arábico e no Estreito de Ormuz, sugerindo que a China pode estar se preparando para enviar navios de guerra mais poderosos para a região, enquanto monitora os movimentos dos EUA. Mercouris analisa as capacidades militares dessas potências, observando que, embora os EUA mantenham uma presença naval massiva, os iranianos estão se integrando cada vez mais aos sistemas de orientação por satélite russos e chineses para aprimorar a precisão de seus mísseis. Ele expressa ceticismo quanto à eficácia de uma potencial campanha aérea liderada pelos EUA contra o Irão, argumentando que a história mostra que tais ataques raramente resultam em mudanças de regime e que a geografia complexa e a resistência consolidada do Irã tornariam qualquer operação desse tipo uma aposta de alto risco para o presidente Trump.

Em relação ao conflito na Ucrânia, Mercouris relata o recente fracasso das negociações em Genebra, onde afirma que a delegação russa se manteve inflexível em suas exigências de uma retirada completa da Ucrânia do Donbas. Ele refuta rumores de um colapso econômico russo ou de um pacto comercial secreto de US$ 12 trilhões com os EUA, citando declarações de autoridades russas de que a economia permanece resiliente e focada no desenvolvimento interno. No campo de batalha, ele contradiz os relatos ocidentais de uma contraofensiva ucraniana bem-sucedida em Zaporizhzhia, citando, em vez disso, atualizações militares russas que afirmam que as forças ucranianas estão sofrendo perdas insustentáveis ​​e que o exército russo está se preparando para uma ofensiva significativa na primavera. Mercouris conclui que o Kremlin parece cada vez mais confiante em sua posição militar, vendo os próximos meses como uma oportunidade para desferir um golpe decisivo contra as forças armadas ucranianas.



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