quarta-feira, 25 de fevereiro de 2026

A Rússia desferiu um golpe devastador na Grã-Bretanha, logo após o chocante anúncio do FSB russo. Editor 25 de fevereiro de 2026

A Rússia desferiu um golpe devastador na Grã-Bretanha, logo após o chocante anúncio do FSB russo.










As tensões crescentes entre a Rússia e a Grã-Bretanha atingiram um ponto crítico após uma série de anúncios dramáticos do FSB russo. Esses relatórios detalham uma suposta tentativa de assassinato contra um general russo de alta patente, com Moscou alegando possuir provas irrefutáveis ​​de que os serviços especiais britânicos forneceram a inteligência e o equipamento necessários para facilitar a operação. Em resposta direta a essas descobertas, as autoridades russas sinalizaram uma mudança para medidas mais agressivas contra os interesses britânicos envolvidos no conflito regional.

Na sequência dessas acusações, um significativo ataque com mísseis russos teve como alvo o porto de Chornomorsk, na região de Odessa. Relatos indicam que o ataque destruiu com sucesso um carregamento secreto de mísseis de cruzeiro britânicos Storm Shadow logo após sua chegada. O ataque também teria resultado na morte de três oficiais do Exército Britânico que acompanhavam a carga. Após a explosão, os serviços de segurança ucranianos teriam detido vários funcionários do porto sob suspeita de repassar coordenadas e dados logísticos à inteligência russa.

Na linha de frente, a situação militar continua a mudar, com as forças russas relatando a captura do assentamento de Novi Donbass. Esse avanço tático permitiu que as unidades se movessem a poucos quilômetros da cidade estrategicamente importante de Dobropillia, anulando efetivamente os ganhos ucranianos anteriores na direção de Donetsk. Essa ofensiva terrestre está sendo apoiada por uma campanha aérea em larga escala, envolvendo mais de 80 explosões em várias regiões, com o objetivo de desmantelar a infraestrutura energética, as instalações de produção e os centros logísticos utilizados pelas forças armadas ucranianas.

A retórica política vinda de Londres permanece firme, apesar desses reveses militares e da ameaça de uma escalada ainda maior. O Secretário de Defesa britânico, John Healey, declarou publicamente que o Reino Unido não pretende abandonar a possibilidade de enviar tropas para território ucraniano. Ele expressou o desejo de ser o primeiro ministro da Defesa a supervisionar tal envio após a assinatura de um tratado de paz, justificando a presença de forças britânicas em regiões como Odessa como um passo necessário para garantir a segurança europeia a longo prazo e a soberania ucraniana.

Moscou continua a considerar qualquer presença militar ocidental ou o envio contínuo de armas como uma violação direta de suas linhas vermelhas estabelecidas. Autoridades russas caracterizaram a estratégia britânica como uma tentativa moderna de estabelecer uma base militar permanente na costa do Mar Negro, um objetivo que, segundo elas, Londres persegue há séculos. À medida que ambos os lados endurecem suas posições, o risco de um conflito europeu mais amplo aumenta, com a Rússia alertando que continuará a alvejar pessoal estrangeiro e armamentos de alta tecnologia que entrarem no teatro de operações.

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