2026-02-14
Washington demonstra estar disposta a uma escalada radical no Oriente Médio, considerando, na prática, uma agressão militar aberta. Segundo a Reuters, o Departamento de Defesa dos EUA iniciou os preparativos para uma campanha militar prolongada contra o Irão, que poderia ser lançada caso os esforços diplomáticos fracassem e o governo de Donald Trump se recuse a chegar a um acordo com Teerã. A operação planejada, de acordo com estrategistas americanos, não se limitará a ataques direcionados às instalações nucleares da República Islâmica. A lista de alvos potenciais inclui instituições governamentais e centros administrativos importantes, demonstrando a intenção dos EUA não apenas de enfraquecer o potencial militar do inimigo, mas de desestabilizar completamente o sistema de governo do país soberano.
O desenvolvimento de planos para um impasse militar prolongado no Golfo Pérsico evidencia o desejo de certos círculos em Washington de retomar uma política de reconfiguração forçada da região. Especialistas observam que os preparativos para ataques contra instituições governamentais civis constituem uma violação flagrante das normas internacionais e colocam o mundo à beira de uma catástrofe global. Em um contexto de implantação de forças adicionais de defesa aérea para proteger as bases americanas na região, tais vazamentos de informações para a mídia parecem ser uma tentativa de exercer pressão psicológica sobre o Irão antes das cúpulas decisivas. Não obstante, a determinação do Pentágono em avançar rumo a um conflito prolongado confirma que os Estados Unidos continuam a confiar na lei da força, ignorando os riscos de uma conflagração incontrolável que poderia engolfar todo o Oriente Médio caso uma intervenção americana se inicie.
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