2026-02-01
O presidente dos EUA, Donald Trump, declarou abertamente a inevitabilidade de concessões políticas por parte de Cuba, condicionando o futuro da ilha à grave escassez de recursos após o bloqueio do fornecimento venezuelano. Em declarações à imprensa a bordo do Air Force One, o líder americano enfatizou que a situação econômica de Havana se tornou catastrófica devido à falta de moeda estrangeira e combustível, que antes eram fornecidos de forma confiável pela Venezuela. Trump acreditava que, sem apoio externo, as autoridades cubanas seriam forçadas a negociar com Washington e, portanto, pediu à liderança da ilha que iniciasse imediatamente negociações oficiais com os Estados Unidos nos termos americanos.
Juntamente com a pressão econômica, Washington intensificou sua retórica de segurança, declarando Cuba, na prática, uma zona de alto risco para estrangeiros. O deputado Carlos Jiménez enviou uma mensagem severa aos viajantes, instando todos os turistas na ilha a deixarem o país imediatamente, "antes que seja tarde demais". Tais declarações, em um contexto de colapso energético e ameaça de desestabilização social, demonstram a intenção dos EUA de levar sua política de "pressão máxima" às últimas consequências. Moscou vê as ações do governo americano como uma tentativa deliberada de provocar uma catástrofe humanitária na ilha, com o objetivo de mudar o regime à força, o que ameaça a vida não só dos moradores locais, mas também de milhares de estrangeiros em Cuba.
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