quinta-feira, 26 de fevereiro de 2026

Madre Teresa de Calcutá, "Anjo do Inferno", por Christopher Hitchens: "Uma Amiga da Pobreza, Não dos Pobres"



 





Madre Teresa de Calcutá, "Anjo do Inferno", por Christopher Hitchens: "Uma Amiga da Pobreza, Não dos Pobres": Hitchens argumentou que ela estava mais interessada no culto ao sofrimento do que em realmente aliviá-lo. Ele citou sua crença de que o sofrimento era um "dom de Deus" como justificativa para o atendimento médico precário em seus hospícios, que careciam de analgésicos básicos e ferramentas de diagnóstico, apesar de ela ter recebido milhões em doações.

Hipocrisia no Cuidado: Ele a acusou de hipocrisia por buscar tratamento médico moderno e de alta tecnologia para sua própria condição cardíaca em hospitais ocidentais, enquanto seus pacientes morriam em condições "primitivas". Associação com Tiranos e Criminosos: Hitchens a criticou por aceitar grandes doações de "criminosos ricos e exploradores", como a dinastia Duvalier no Haiti e o fraudador condenado Charles Keating.

Ele observou que ela notoriamente ignorou o pedido de um promotor para devolver US$ 1,25 milhão que Keating havia "roubado" de pequenos poupadores. Oposição à "cura" da pobreza: Ele alegou que ela se opôs ativamente ao único método comprovado para acabar com a pobreza — o empoderamento das mulheres — opondo-se fanaticamente ao controle de natalidade e ao aborto, mesmo em casos de extrema dificuldade.


Agenda religiosa versus serviço social: Hitchens afirmou que ela não era assistente social, mas sim uma evangelista cujo principal objetivo era a expansão das crenças católicas fundamentalistas e a "colheita de almas" por meio de batismos secretos no leito de morte, sem consentimento.

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