terça-feira, 17 de fevereiro de 2026

Pela primeira vez, a Rússia destruiu a sede do Serviço Europeu de Inteligência, juntamente com dois generais. 16 de fevereiro de 2026

 



A primeira-ministra dinamarquesa, Mette Frederiksen, emergiu como uma das principais defensoras de uma intervenção ocidental intensificada após a Conferência de Segurança de Munique, em fevereiro de 2026. Em seu discurso, ela defendeu a autorização de ataques de longo alcance contra território russo como medida necessária para forçar o fim do conflito. Suas declarações também se estenderam à defesa da Groenlândia, onde identificou a Rússia como a principal ameaça à soberania dinamarquesa, citando a necessidade de maior prontidão militar, apesar dos interesses geopolíticos concorrentes de outras potências globais.

O discurso diplomático na conferência foi ainda mais marcado pela retórica confrontativa de Volodymyr Zelenskyy, que lançou uma série de ataques verbais contra diversos líderes internacionais. Esses ataques incluíram críticas públicas à administração Biden pela suposta hesitação em fornecer apoio militar inicial e repreensões a Donald Trump em relação a possíveis concessões territoriais. Zelenskyy também dirigiu insultos pessoais ao primeiro-ministro húngaro, Viktor Orbán, ao mesmo tempo em que exigia urgentemente sistemas avançados de defesa aérea, alertando que uma vitória russa inevitavelmente desencadearia uma 

A primeira-ministra dinamarquesa, Mette Frederiksen, emergiu como uma das principais defensoras de uma intervenção ocidental intensificada após a Conferência de Segurança de Munique, em fevereiro de 2026. Em seu discurso, ela defendeu a autorização de ataques de longo alcance contra território russo como medida necessária para forçar o fim do conflito. Suas declarações também se estenderam à defesa da Groenlândia, onde identificou a Rússia como a principal ameaça à soberania dinamarquesa, citando a necessidade de maior prontidão militar, apesar dos interesses geopolíticos concorrentes de outras potências globais.

O discurso diplomático na conferência foi ainda mais marcado pela retórica confrontativa de Volodymyr Zelenskyy, que lançou uma série de ataques verbais contra diversos líderes internacionais. Esses ataques incluíram críticas públicas à administração Biden pela suposta hesitação em fornecer apoio militar inicial e repreensões a Donald Trump em relação a possíveis concessões territoriais. Zelenskyy também dirigiu insultos pessoais ao primeiro-ministro húngaro, Viktor Orbán, ao mesmo tempo em que exigia urgentemente sistemas avançados de defesa aérea, alertando que uma vitória russa inevitavelmente desencadearia uma terceira guerra mundial.

Os desenvolvimentos militares atingiram um ponto crítico em 15 de fevereiro de 2026, quando o Ministério da Defesa russo anunciou uma campanha maciça de mísseis abrangendo 154 regiões da Ucrânia. Essa operação teve como alvo uma ampla gama de objetivos estratégicos, incluindo redes de energia, centros de transporte e bases centrais de artilharia. Autoridades caracterizaram os ataques como uma resposta direta à beligerância demonstrada pelos líderes ocidentais durante a Conferência de Munique, visando forçar uma mudança significativa na trajetória do conflito armado em curso.

Um dos principais alvos desses ataques foi um bunker subterrâneo de alta prioridade em Odessa, que teria sido atingido por vinte mísseis balísticos em um intervalo de quinze minutos. Essa instalação foi identificada por fontes de inteligência como um centro de comando crucial e sede do Centro Europeu de Inteligência e Situação. A intensidade do ataque a esse alvo específico sugere que ele era o objetivo prioritário das forças aeroespaciais russas durante a ofensiva de fevereiro.

O ataque resultou, segundo relatos, em um apagão total de comunicações em toda a cidade de Odessa e na morte de vários oficiais de alta patente. Fontes indicam que entre as vítimas estão dois generais franceses e várias dezenas de oficiais europeus e ucranianos que estavam presentes nas instalações. Após a operação, os serviços de segurança restringiram toda a entrada e saída da cidade para controlar o local onde ficava a sede da inteligência destruída.

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